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sexta-feira, 1 de agosto de 2008

OB - PA

"A obediência traz bênção Toda autoridade vem de Deus e, para que exista submissão é preciso haver autoridade. A verdadeira submissão é o sair de si mesmo para fazer aquilo que Deus quer. Ele usa das pessoas para manifestar o Seu querer. Com a entrada do pecado no mundo, uma das feridas que combatemos, no dia de hoje, é a rebelião. O inimigo não quis submeter-se à autoridade de Deus, mas sim a si mesmo. Não se submeter é colocar-se sob a tutela de satanás, o insubmisso, o rebelde. Como conseqüência dessa rebelião, a natureza humana também não gosta de ficar sujeita a outros, pois, sempre que pode, quer fazer a própria vontade. É por isso que nos dias de hoje, vemos tanta confusão e divisão. A rebelião envenenou os seres humanos provocando a insubmissão entre eles. Deus tem mostrado claramente, que para haver união entre todos, é necessário colocar autoridade e submissão em seus devidos lugares. "A obediência traz bênção; por outro lado, a insubmissão traz maldição"! Jesus foi o obediente por excelência, por isso Lhe foi conferida toda a autoridade. Sua autoridade ficou caracterizada pela obediência. O caminho da submissão é o da Cruz, o mesmo que Jesus trilhou! Por isso, o caminho da obediência traz salvação a cada um!" Seu irmão, Padre Jonas Abib.


ob - OBEDECER, OBEDIÊNCIA



obAFASTAMENTO - "Se alguém não obedecer ao que ordenamos por esta carta, notai-o e, para que ele se envergonhe, deixai de ter familiaridade com ele. " (II Tessalonicenses 3,14)


obAUTORIDADE DOS MAGISTRADOS - "Admoesta-os a que sejam submissos aos magistrados e às autoridades, sejam obedientes, estejam prontos para qualquer obra boa... " (Tito 3,1)

obAUTORIDADE PARA SER OBEDECIDO - "Tu o investirás de tua autoridade, a fim de que toda a assembléia dos israelitas lhe obedeça." (Números 27,20)


obBÊNÇÃO DE DEUS - "A obediência traz bênção Toda autoridade vem de Deus e, para que exista submissão é preciso haver autoridade. A verdadeira submissão é o sair de si mesmo para fazer aquilo que Deus quer. Ele usa das pessoas para manifestar o Seu querer. Com a entrada do pecado no mundo, uma das feridas que combatemos, no dia de hoje, é a rebelião. O inimigo não quis submeter-se à autoridade de Deus, mas sim a si mesmo. Não se submeter é colocar-se sob a tutela de satanás, o insubmisso, o rebelde. Como conseqüência dessa rebelião, a natureza humana também não gosta de ficar sujeita a outros, pois, sempre que pode, quer fazer a própria vontade. É por isso que nos dias de hoje, vemos tanta confusão e divisão. A rebelião envenenou os seres humanos provocando a insubmissão entre eles. Deus tem mostrado claramente, que para haver união entre todos, é necessário colocar autoridade e submissão em seus devidos lugares. "A obediência traz bênção; por outro lado, a insubmissão traz maldição"! Jesus foi o obediente por excelência, por isso Lhe foi conferida toda a autoridade. Sua autoridade ficou caracterizada pela obediência. O caminho da submissão é o da Cruz, o mesmo que Jesus trilhou! Por isso, o caminho da obediência traz salvação a cada um! " Seu irmão, Padre Jonas Abib. 

obDESOBEDIÊNCIA - FUNESTA PARA O REBELADO - A desobediência à Igreja é um gravíssimo pecado que Deus abomina: "Sede submissos e obedecei aos que vos guiam (pois eles velam por vossas almas e delas devem dar conta). Assim, eles o farão com alegria, e não a gemer, QUE ISTO VOS SERIA FUNESTO" (Hebreus 13,17)

obFÉ - "... Jesus Cristo Nosso Senhor, por quem recebemos a graça e a missão de pregar, para louvor de seu nome, a obediência da fé entre todos os gentios, dos quais fazeis parte também vós..." (Rm 1,5-6)


obFÉ - Ver ig - IGREJA 

obIDOLATRIA E FEITIÇARIA - "Agrada-se a Javé com holocaustos e sacrifícios como se agrada com a obediência à sua palavra? Sim, a obediência é melhor do que o sacrifício, a docilidade mais do que a gordura dos carneiros. PECADO DE FEITIÇARIA, eis o que é a rebelião, UM CRIME DE TERAFIM, eis o que é a presunção! Porque rejeitaste a palavra de Javé, ele te rejeitou..." (1Sm 15,22-23)

obIGREJA - "Quem vos ouve a mim ouve, que vos despreza a mim despreza, e quem me despreza, despreza aquele que me enviou" (Lc 10,11) 

obJESUS - DE UM SÓ HOMEM - "Assim como pela desobediência de um só homem foram todos constituídos pecadores, assim pela obediência de um só todos se tornarão" (Romanos 5,19) 

obJUSTIÇA - "Não sabeis que, quando vos ofereceis a alguém para lhe obedecer, sois escravos daquele a quem obedeceis, quer seja do pecado para a morte, quer da obediência para a justiça?" (Romanos 6,16) 

obMAIS DO QUE TE PEÇO - "Eu te escrevo certo da tua obediência e sabendo que farás ainda mais do que te peço" (Fl 1,21) 

obMORTE - A SATANÁS LEVA À AMORTE - "Não sabeis que, quando vos ofereceis a alguém para lhe obedecer, sois escravos daquele a quem obedeceis, quer seja do pecado para a morte, quer da obediência para a justiça? " (Romanos 6,16). 

obMOTIVO DE ALEGRIA - "A vossa obediência se tornou notória em toda parte, razão por que eu me alegro a vosso respeito. Mas quero que sejais prudentes no tocante ao bem, e simples no tocante ao mal." (Romanos 16,19) 

obOUVIR A IGREJA - "Quem vos ouve a mim ouve, que vos despreza a mim despreza, e quem me despreza, despreza aquele que me enviou" (Lc 10,11) 

obPAIS - "Filhos, obedecei a vossos pais segundo o Senhor; porque isto é justo. " (Efésios 6,1) 

obREPOUSO - NÃO ENTRARÃO NO MEU... - "...jurei [Deus] em minha ira: 'Não entrarão no meu repouso'... outros hão de entrar nele, visto que aqueles que primeiro receberam a boa nova não entraram, devido à sua DESOBEDIÊNCIA" (Hb 4,3.6) 

obSACRIFÍCIO - VALE MAIS QUE... - " Vê onde pões teu pé quando entras no templo do Senhor. Mais vale a obediência que os sacrifícios dos insensatos, porque eles só sabem fazer o mal." (Eclesiastes 4,17) 

obSEMPRE FOSTES... - "Assim, meus caríssimos, vós que sempre fostes obedientes, trabalhai na vossa salvação com temor e tremor, não só como quando eu estava entre vós, mas muito mais agora na minha ausência." (Filipenses 2,12) 

obSENHORES - SERVOS - "Servos, obedecei aos vossos senhores temporais, com temor e solicitude, de coração sincero, como a Cristo," (Efésios 6,5) 

obSUPERIORES - 1 - "... sede submissos e obedecei aos que vos guiam (pois eles velam por vossas almas e delas devem dar conta). Assim, eles o farão com alegria, e não a gemer, que isto vos seria funesto." (Hebreus 13,17)

obSUPERIORES - 2 - Quem obedece a seus supriores jamais será condenado. A obediência nos leva à salvação enquanto a rebelião nos conduz à morte. Quem se rebela coloca-se sob a tutela de Satanás, pai e tutor de todos os rebelados (Efésios 2,2). A ordem divina que nos foi dada chama-se OBEDIÊNCIA sendo que o Rei dos reis e Senhor dos senhores foi obediente até à morte: "... sede submissos e obedecei aos que vos guiam (pois eles velam por vossas almas e delas devem dar conta). Assim, eles o farão com alegria, e não a gemer, que isto vos seria funesto." (Hebreus 13,17) A Providência divina sabe que nem todos possuem cultura e capacidade para saber se este ou aquele enviado de Cristo está ensinando a verdade ou a mentira. Mesmo pessoas cultas e inteligentes podem se enganar. Desta forma todos os rebeldes acabam acreditando em falsos mestres e não na Igreja que é a CSV (1Timóteo 3,25) a única que recebeu a ordem de ensinar às nações (São Mateus 28,18-20) e porta a garantia bíblica de inerrância. A Palavra de Deus que se encarnou não haveria de deixar o depósito da fé sujeito à adulteração decorrente da fraquesa do homem e seus caprichos. A Igreja Católica não pode errar quando ensina a verdadeira fé (1 Timóteo 3,15), não obstante seja este tesouro conservado em vasos de barro (II Coríntios 4,7), pois quem lhe dá sustentação é a força de Deus. É na fraqueza que Deus revela seu poder (II Coríntios 12,9). Não confio em homens, mas em Deus que tem o poder de conservar intacta a VERDADEIRA RELIGIÃO (Isaías 42,1.3.4) a despeito da fraqueza do homem, de sorte que, seja em que época alguém viva, esse possa ter a certeza de que estará recebendo inalterado tudo o que Deus quis ensinar a respeito de si mesmo e do homem e seu destino eterno.

on - ONISCIÊNCIA, ONISCIENTE

onAMIGOS SABEM - "Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que seu senhor faz; mas eu vos chamos amigos, porque tudo o que ouvi de meu Pai eu vos dei a conhecer" (Jo 15,15) 

onPODER REAL DOS JUSTOS - VER "st - SANTOS, SANTIDADE" 

onSEMELHANTES A DEUS - "...o que seremos ainda não se manifestou. Sabemos que por ocasião desta manifestação seremos semelhantes a ele [Deus], porque o veremos tal como ele é" (1Jo 3,2)

or - ORAR, ORAÇÃO 

orANTECIPAÇÃO - 1 - ANTES QUE LHO PEÇAMOS - "Não os imiteis, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes que vós lho peçais." (São Mateus 6,8) 

orANTECIPAÇÃO - 2 - JÁ RECEBESTES - "Tudo quanto suplicardes e pedirdes, crede que já recebestes, e assim será para vós" (Mc 11,24) 

orANTECIPAÇÃO - 3 - SANGUE DE ANIMAIS PERDOA PECADO? - "O sacerdote fará por ele a expiação diante do Senhor com o carneiro do sacrifício de reparação pelo pecado cometido; e o seu pecado lhe será perdoado." (Levítico 19,22) 

orANTECIPAÇÃO - 4 - VELÓRIO - Questão proposta por um Evangélico: "... FUI A UM VELÓRIO E FIQUEI TRISTE. Ouvi uma lider católica, apelando para Maria DAR UM JEITO ou ajudar a alma do defunto, fiquei muito triste [observando] quanta cegueira dessa lider. [Ela] apelou de todas as maneiras pela alma do morto..."
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RESPOSTA: Deus sabe o quanto vale nossas orações e por isto quer que oremos constantemente: "Vigiai, pois, EM TODO O TEMPO e orai, a fim de que vos torneis dignos de escapar a todos estes males que hão de acontecer, e de vos apresentar de pé diante do Filho do Homem. " (São Lucas 21,36). Outra tradução: "Vigiai, pois, EM TODO O TEMPO, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem" O Senhor nos atende e muito mais do que pedimos. Somente na eternidade é que poderemos ver o quanto valeram as nossas orações. Nas questões de pedidos, para Deus não existe "o antes e o depois", pois ele é PRESCIENTE (para ele o futuro é presente desde toda a eternidade) e de tudo tem conhecimento mesmo quando nossa oração tenha sido feita, por exemplo, 200 anos depois de um evento (falecimento de alguém) e a sua providência pode também acontecer tanto antes como depois de nosso pedido. Por isto Cristo dizia: "... tudo o que pedirdes na oração, crede QUE O TENDES RECEBIDO, e ser-vos-á dado" (São Marcos 11,24) Como é então???? Vou fazer uma oração sabendo que Deus já me atendeu???? E o que acontece se eu não orar pela sua salvação de alguém e se isso dependesse de minha oração? É a prova de que tal alma foi condenada por sua própria culpa e e também pela minha omissão. Pois é bem isso mesmo que acontece quando rezamos pela salvação de alguém que já morreu. Antes que a pessoa, pela qual rezamos, morresse Deus já me atendeu, dando-lhe a graça eficaz para seu arrependimento e consequente salvação. 

orFALSIFICAÇÃO PROTESTANTE - TRADUÇÃO DE JOÃO FERREIRA DE ALMEIDA: "E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que, por muito falarem, serão ouvidos" (Mt 6,7) http://www.sbb.org.br/bibliaonline/biblia_completa2.asp?cv=2 

orMEDITATIVA - "Uma tarde em que saíra para meditar no campo, levantando os olhos, viu alguns camelos que se aproximavam" (Gênesis 24,63) 

"Traze sempre na boca (as palavras) deste livro da lei; medita-o dia e noite, cuidando de fazer tudo o que nele está escrito; assim prosperarás em teus caminhos e serás bem-sucedido" (Josué 1,8) 

"Feliz aquele que se compraz no serviço do Senhor e medita sua lei dia e noite" (Salmos 1,2) 

"Dirão os meus lábios palavras de sabedoria, e o meu coração meditará pensamentos profundos" (Salmos 48,4) 

"Escuta, Israel, os mandamentos de vida; medita, a fim de que aprendas a prudência" (Baruc 3,9) 

"Maria conservava todas estas palavras, meditando-as no seu coração" (São Lucas 2,19) 

"... aquele que procura meditar com atenção a lei perfeita da liberdade e nela persevera - não como ouvinte que facilmente se esquece, mas como cumpridor fiel do preceito -, este será feliz no seu proceder" (São Tiago 1,25) 

"Esta salvação tem sido o objeto das investigações e das meditações dos profetas que proferiram oráculos sobre a graça que vos era destinada" (I São Pedro 1,10) 

orMODALIDADES DE... - Nenhum mal em se repetir, contanto que esta repetição não seja vã. O próprio Cristo nos dá exemplo de orações repetidas. Há vários tipos de orações que são: - rezadas em comum - rezadas silenciosamente - de ação de graças - de adoração - de súplicas - anáfora - missa - anamnese - missa - bênção - Gemidos (CIC - 2630) - de intercessão - de contrição - liturgia das horas - louvores - meditação (Bíblia, terço) - contemplativa (mística) 

orREPETIÇÕES - 1 - MESMAS PALAVRAS - "Os 'evangélicos' dizem: - Não se deve dizer as mesmas palavras ao rezar, como no terço. Repetir não é bíblico. O Evangelho ensina: - "E (Jesus) voltando , orou, REPETINDO as mesmas palavras." Mc 14,39

orREPETIÇÕES - 2 - PALAVRAS - Alonso - LEDO ENGANO IRMÃOZINHO-SEPARADO É a própria Bíblia que ensina a prática de repetir as orações: "[Cristo] Foi ter então com os discípulos e os encontrou dormindo. E disse a Pedro: Então não pudestes vigiar uma hora comigo... Vigiai e orai para que não entreis em tentação. (...). Afastou-se pela segunda vez e orou, dizendo: Meu Pai, se não é possível que este cálice passe sem que eu o beba, faça-se a tua vontade! Voltou ainda e os encontrou novamente dormindo, (...). Deixou-os e foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras. " (Mateus, 26, 40-44). Cristo repetiu as mesmas palavras, repetiu a mesma oração! Por que não devemos imitar Cristo? E o Pai Nosso também é uma oração ensinada diretamente por Cristo, e que ao recitá-la devemos ... repetir as mesmas - e santas - palavras! Portanto, a Igreja sempre ensinou que é salutar e ortodoxo se rezar como nos ensinou Jesus e como nos ensina a Igreja. Claro que não é proibido aos fiéis orar espontaneamente, mas prefere-se rezar de maneira tradicional porque: 1 - A repetição de uma oração auxilia aos fiéis a meditar melhor os mistérios da Fé. 2 - Induz nos fiéis o sentido de sagrado. 3 - Podem ser memorizadas pelas pessoas mais simples, iletradas, ou as que têm dificuldades em se expressar naturalmente. A oração espontânea, tem como perigo: 1 - Se for em voz alta e em grupo, ter o efeito pernicioso de envaidecer aqueles que a praticam com maestria. 2 - Facilmente, se a pessoa não tiver a fé bem consolidada, pode-se proferir orações sem ortodoxia contrariando a doutrina. 3 - A pessoa pode se perder em divagações vazias.

orREPETIÇÕES - 3 - Repetição proveitosa na oração... 1. "Suas vozes se revezavam e diziam: "Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus do universo. A terra inteira proclama a Sua glória!" (Isaías 6,3) a. Os Serafins louvando a DEUS repetidamente. 2. É o famoso "Canto dos três jovens" (Daniel 3,51-90) a. Um grande número de repetições neste caso. 3. "... Deixou-os e foi orar pela terceira vez, dizendo as mesmas palavras." (Mateus 26,36-44:) a. O próprio Jesus Cristo usando oração repetitiva. Podemos fazer menos do que Ele? 4. "Naqueles dias, Jesus retirou-se a uma montanha para rezar, e passou aí toda a noite orando a DEUS." (Lucas 6,12) a. Oração a noite inteira, alguma repetição aqui? (GEORGE 

orREPETIÇÕES - 4- OS EVANGÉLICOS DIZEM: "jesus falou quando orares não sejam como os gentios, [B]que por muito falarem acham que são ouvidos....não useis vãs repetiçoes... " _________________________________ 

TEXTO ORIGINAL GREGO: Προσευχόμενοι δὲ μὴ βατταλογήσητε ὥσπερ οἱ ἐθνικοί, δοκοῦσιν γὰρ ὅτι ἐν τῇ πολυλογίᾳ αὐτῶν εἰσακουσθήσονται. 

PRONÚNCIA: Proseucomenoi de me battaloyesete osper oi atnikoi, dokousin gap oti en te poluloguia auton eisakustesontai. 

TRADUÇÃO CATÓLICA: Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras. 

TRADUÇÃO PROTESTANTE: E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. 

SIGNIFICADO DA PALAVRA: βατταλογήσητε - Tartamudear, gaguejar, isto é (por conseqüência) tagarelar tediosamente, isto é, FICAR FALANDO, FALANDO, FALANDO... 

Nada, portanto de "vãs repetições" como adulteram os protestantes para condenar os católicos. FINALIDADE DA ADULTERAÇÃO: Acusar falsamente a IGREJA CATÓLICA de rezar orações repetitivas, muito embora, meditadas e proferidas com muito amor. 

orSEMPRE - "Vigiai, pois, em todo o tempo e orai, a fim de que vos torneis dignos de escapar a todos estes males que hão de acontecer, e de vos apresentar de pé diante do Filho do Homem" (São Lucas 21,36) "Propôs-lhes Jesus uma parábola para mostrar que é necessário orar sempre sem jamais deixar de fazê-lo" (São Lucas 18,1) 

pa - PAPA, PAI 

paACUSAÇÕES DIVERSAS E RESPOSTAS - VER 

paADRIANO II - VER paGREGÓRIOII

paALEXANDRE VI - Alexandre VI teve filhos - antes de ser Papa. Mas a filha dele foi Lucrécia Borgia e não Santa Catarina. E a revista "Veja" nem se preocupa em verificar qual teria sido essa Santa Catarina. Sendo calúnia contra a Igreja Católica, sempre haverá quem acredite, sem verificar se é verdade ou não. Como você engoliu essa besteira devido à ignorância do repórter da Veja e do ódio geral contra o catolicismo? 

ALEXANDRE VI - MENTIRA DO "PASTOR": "O papa mais devasso foi Alexandre VI 1492-1503, teve filhos legítimos e foi amante da sua própria filha Lucrécia Bórgia; também foi amante da irmã de um Cardeal, que se tornou o papa seguinte, Pio III, ano 1503". 

VERDADE DOCUMENTAL: O Papa Alexandre VI, 1492-1503, Saneou as finanças papais, recuperou os territórios dos Estados Pontifícios e esforçou-se pela união da cristandade contra os turcos. Publicou as Bulas alexandrinas que, através de uma linha imaginária, dividiu o Novo Mundo entre Espanha e Portugal. Seus vícios, consistiam em favorecer parentes e ter tido um romance secreto que manteve desde antes de seu mandato, com a nobre dama romana Vanozza de Cataneis, donde resultaram quatro filhos, reconhecidos sim por ele. Seus filhos mais notáveis eram Lucrécia Bórgia e César Borgia. Que fique claro, esses filhos, ele teve antes de ser Papa. A lenda de que ele teria sido "amante de sua filha" e da "irmã de um Cardeal" não procede. Para azar do "pastor", o citado Papa Pio III, morreu no ano que assumiria (1503), sem nunca ter precisado da fantasiosa "irmã" que o "pastor" inventou. As calúnias que ele lançou contra a respeitável Lucrécia Bórgia é baseada em mentiras da época, inventadas por parentes seus invejosos. Assim confirma-se na Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99., transcrevo a seguir: <>. O outro notável era <> Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99. - Para confirmar que tais filhos nasceram antes de seu mandato, veja a data de nascimento deles (1476 e 1480) (os dois últimos) e a data que o Papa assumiu o pontificado (1492)}. – "Ninguém há de querer isentá-lo de suas faltas em sua vida pessoal e em família, mas é justo reconhecer que nenhum erro contra a fé se encontra em seus escritos". (Historiador Carlos Castiglioni, Doutor da Biblioteca Ambrosiana, em sua obra "Historia de los Papas", (ob. cit., p. 1750). 

MENTIRA DO "PASTOR": "Quem for visitar o Vaticano hoje em dia, poderá dar uma olhada nos aposentos do Papa Alexandre VI em exposição, uma raridade! – Horresco reférens!..." 

VERDADE DOCUMENTAL: Nada de "Horresco reférens", como calunia o embusteiro "pastor", que precisa ir urgente ao Vaticano. Nos apartamentos do Papa Alexandre VI, encontra-se apenas uma Coleção de Arte Religiosa Moderna, reunida pelo Papa Paulo VI. Caso o leitor queira conferir, basta folhear o guia turístico Descubra Toda Itália, C. Mallet, Pág. 92.


paANTIPAPAS - FALA DO FERNANDO: "... eram sujeitos inescrupulosos e usurpadores, APOIADOS E ELEITOS POR MAUS IMPERADORES OU REIS, QUE MESMO SABENDO QUE HAVIA UM PAPA VERDADEIRO EM ROMA, elegiam ANTIPAPAS paralelamente em outros países. O Pobre Augusto, cambaleante e maliciosamente ainda tenta passar para os outros que um ANTIPAPA era PAPA. Seu Augusto, todos estão rindo com seu desespero, vc está passando por ridículo, tentando refutar o irrefutável. 
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VER LISTA DOS ANTIPAPAS: 

paAPASCENTA - 1 - "Perguntou-lhe pela terceira vez: Simão, filho de João, amas-me? Pedro entristeceu-se porque lhe perguntou pela terceira vez: Amas-me?, e respondeu-lhe: Senhor, sabes tudo, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas" (São João 21,17). 

paAPASCENTA - 2 - MEUS CORDEIROS - MINHAS OVELHAS - "Tendo eles comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes? Respondeu ele: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros. Perguntou-lhe outra vez: Simão, filho de João, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros. Perguntou-lhe pela terceira vez: Simão, filho de João, amas-me? Pedro entristeceu-se porque lhe perguntou pela terceira vez: Amas-me?, e respondeu-lhe: Senhor, sabes tudo, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas... " (São João 21, 15-17) 

paATEU QUESTIONA - INERRÂNCIA - Vejam o que um ateu nos pergunta: "Se Deus nos ama tanto e quer que estejamos com ele, por que ele poria nossas almas em risco AO DEIXAR A DIFUSÃO DE SUA PALAVRA A CARGO DE SERES HUMANOS FALÍVEIS, mentirosos e pecadores? Será que um professor deixaria um dos alunos assumir seu lugar se isto pusesse em risco o futuro da classe?" Como um protestante responderia a esta provocação? Não sei, mas o que o católico responderia, mais ou menos, seria isto: "Se ele não tivesse poder para tornar INFALÍVEL UMA AUTORIDADE RESPONSÁVEL POR SUA PALAVRA, pelo menos na questão do ensino de sua doutrina, ou, se tendo não o quisesse usar, também não poderia ser Deus por ser imperfeito ou por falta de poder ou de amor." 

paAUTORIDADE - "Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo". (São Mateus 28, 18-20). "Olhai, pois, por vós, e por todo o rebanho sobre que o Espírito Santo vos constituiu bispos, para apascentardes a igreja de Deus, que ele resgatou com seu próprio sangue." (Atos dos Apóstolos, 20,28). AUTORIDADE DE PEDRO - FONTES PROTESTANTES - "A autoridade de Pedro é uma autoridade de declarar o que é certo e o que é errado para a comunidade cristã. Suas decisões serão confirmadas por Deus". (New Bible Dictionary, ed. J.D. Douglas, Grand Rapids, MI: Eerdmans Pub. Co., 1962, 1018) "Pedro não apenas exerce um papel de comando, mas este comando envolve um amedrontador grau de autoridade (embora não seja uma autoridade que ele carregue sozinho, como pode ser percebido pela repetição da última parte do versículo em 18, 18, referindo-se ao grupo de discípulos como um todo). A imagem das 'chaves" (no plural) talvez sugira não tanto um porteiro, mas um mordomo, que regula a administração (cf. Is 22, 22 em conjunção com 22,15). A questão, então, não se refere à admissão da Igreja, ..., mas a uma autoridade derivada de uma delegação de Deus.]. (R.T. France; in Morris, Leon, Gen. ed., Tyndale New Testament Commentaries, Leicester, England: Inter-Varsity Press / Grand Rapids, MI: Eerdmans Pub. Co., 1985, vol. 1: Matthew, 256) "Assim como em Is 22, 22 o Senhor põe as chaves da casa de Davi nas mãos de Seu servo Eliaquim, assim Jesus entrega a Pedro as chaves da casa do Reino dos Céus estabelecendo-o, com este mesmo gesto, como seu superintendente. Há uma conexão entre a casa da Igreja, cuja construção havia sido mencionada e da qual Pedro é o fundamento, e a casa celestial da qual ele recebeu as chaves. A conexão entre ambas as imagens é a noção do Povo de Deus.". (Oscar Cullmann, Peter: Disciple, Apostle, Martyr, Neuchatel: Delachaux & Niestle, 1952 French ed., 183-184) "Assim, a Pedro é dada a autoridade de determinar as regras para a doutrina e para a vida ... e para exigir obediência da Igreja, refletindo a autoridade do mordomo real ou vizir no Velho Testamento" (cf Is 22, 22). (The Eerdmans Bible Dictionary (edited by Allen C. Myers, Grand Rapids, MI: Eerdmans Pub. Co., 1987 -- from Bijbelse Encyclopedie, ed. W.H. Gispen, Kampen, Netherlands, 1975 --, 1014-1015). 

paBENTO XVI - DIÁLOGO ENTRE ERUDITO MUÇULMANO E UM IMPERADOR BIZANTINO DO SÉCULO XVI - "O Papa citou uma frase do diálogo entre um imperador bizantino do século catorze e um erudito muçulmano persa. Uma citação que deixou os muçulmanos germânicos revoltados, eles que até agora estavam optimistas em relação ao papado de Bento XVI. Ao citar o imperador, Ratzinger leu: 'Mostra-me o que Maomé trouxe de novo. Tu não encontras senão coisas diabólicas e desumanas, como a ordem para espalhar a fé através da espada' ". 



paBONIFÁCIO III - VER paGREGÓRIO I 

paCASAMENTO UMA PRAGA? - "... Por isso, é mais que justificada a atenção pastoral que o Sínodo reservou às dolorosas situações em que se encontram não poucos fiéis que, depois de ter celebrado o sacramento do Matrimônio, se divorciaram e contraíram novas núpcias. Trata-se dum problema pastoral espinhoso e complexo, UMA VERDADEIRA PRAGA do ambiente social contemporâneo que vai progressivamente corroendo os próprios ambientes católicos. Os pastores, por amor da verdade, são obrigados a discernir bem as diferentes situações, para ajudar espiritualmente e de modo adequado os fiéis implicados" ("SACRAMENTUM CARITATIS" ) 

paCHAVES - "Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus" (São Mateus 16,19) 

paCLEMENTE - VER "paLINO" 

paCLEMENTE VII - CACP: "... Clemente VII os repudiava chamando-os de "intrigantes"..." ======================= 

Cara, com esta cultura adquirida pela CACP, estará ferrado com qualquer concurso que fizer. Clemente VII faleceu em 25 de setembro de 1534 sendo que a Companhia de Jesus, começou a aparecer apenas como um grupelho de sete estudantes da Universidade de Paris e 15 de agosto deste mesmo ano, portanto, pouco mais de um mês antes do falecimento do papa. Somente em 1537 é que se juntaram a este grupo mais três estudantes. Dirigiram-se a Roma, puseram-se à disposição do Papa e dedicaram-se a obras de caridade. Em 1539 decidiram criar uma Ordem religiosa e Inácio de Loiola começou a escrever as Constituições que só ficaram prontas 16 anos mais tarde.Isto significa que os jesuítas na época do papa Clemente VII ainda nem existiam a não ser este princípio embrionário. Fica provado que este "repúdio" do Papa não passa de uma dentre as muitíssimas mentiras que recebem abrigo na CACP - CENTRO DE ARMAÇÕES COLECIONADAS PELOS PROTESTANTES. 

paCLEMENTE XIV - VER "paGREGÓRIO I " 

paCLEMENTE XIV, O RIGOROSO - JESUÍTAS - Clemente XIV, O rigoroso (OFMConv) nascido Giovanni Vincenzo Antonio Ganganelli (Rimini 31 de outubro de 1705 - Roma 22 de setembro de 1774). Foi Papa de 19 de maio de 1769 ate a sua morte. Clemente XIV, OFMConv, Ordem dos Frades Menores, Frade Franciscano. Filho de um médico. Aos 18 anos vestiu o hábito Franciscano, sob o nome de frei Lourenço. Estudou em Roma. Pregador de grande e impressionante capacidade apostólica. Nomeado cardeal por Clemente XIII em 1759. Sua eleição realizou-se num prolongado conclave de três meses com 179 escrutínios. O mais longo da história, e recordista de apurações "acaloradas". Alguns autores defendem que houvesse sido eleito "para suprimir a Companhia de Jesus". Certo, porém, que era bem visto pelos governos adversos aos Jesuítas. Mais certo ainda que, embora premido pelas circunstâncias, ele contemporizou quatro anos. Só em 1773 publicou o breve Dominus ac Redemptor noster, com o qual extinguiu a Companhia. Os soberanos Bourbons de França, Espanha, Nápoles e Parma não permitiam a permanência dos inacianos em seus países. Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal, já os expulsara das terras lusitanas. O Geral, Padre Lourenço Ricci, louvavelmente não admitia modificações essenciais na constituição jesuítica: "sunt ut sint aut non sint". Preso no castelo San Ângelo, morreu octogenário em 1775, protestando, com humilde firmeza, a inocência de sua amada e gloriosa Companhia. Foi legítima a supressão? Sim, porque a Santa Sé tem o direito e suprimir o que instituiu. Foi prudente e oportuna? Muitos o negam. A Companhia foi um novo Jonas atirado ao mar a fim de aplacar a tempestade e, salvo por Deus, continuar sua admirável missão. Na Prússia protestante e na Rússia cismática foram os jesuítas acolhidos com distinção. Só os ímpios se rejubilaram. Clemente não terminou vítima de remorso nem de vingança, como alguns cronistas de sua época afirmaram. Faleceu placidamente com os Santíssimos Sacramentos em 22 de setembro de 1774, de uma doença pulmonar contraída numa procissão em dia chuvoso. 

paCLETO -  VER "paLINO " 

paCOMUNHÃO COM O PAPA - São Cipriano em 249, já dizia: "Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica." (Epist. 55, n.1, Hartel, 614) ' 

paCONFIRMA SEUS IRMÃOS NA FÉ - "Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo;mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos" (Lc 22,31-32)


paCORÍNTIOS - PAI DOS CORÍNTIOS - "Ainda que tivésseis dez mil pedagogos em Cristo, não teríeis muitos pais, POIS FUI EU QUEM, PELO EVANGELHO, VOS GEROU EM CRISTO JESUS" (1Cor 4,15) 

paCORRER EM VÃO - "...subi [a Jerusalém] em conseqüência de uma revelação. Expus-lhes o Evangelho que prego entre os pagãos, e isso particularmente aos que eram de maior consideração, a fim de não correr ou de não ter corrido em vão". (Gálatas 2,2) 

paCRISÓSTOMO (BISPO ORIENTAL) - "Apascenta minhas ovelhas" (Jo XXI, 26). Permita-me citar-lhe o que diz São João Crisóstomo -- um Santo Bispo oriental -- sobre esse texto: "Jesus disse [a Pedro] ‘Alimenta minhas ovelhas’. "Por que Jesus não leva em conta aos demais Apóstolos e fala do rebanho somente a Pedro? "Porque ele foi escolhido entre os Apóstolos, ele foi a boca de seus discípulos, o líder do coro. Foi por essa razão que Paulo foi procurar a Pedro antes que aos demais. E também o Senhor fez isso para demonstrar que ele devia ter confiança, uma vez que a negação de Pedro havia sido perdoada. Jesus lhe confia o governo sobre seus irmãos... Se alguém perguntar "Por que então foi Santiago quem recebeu a Sé de Jerusalem?", eu lhe responderia que Pedro foi constituído mestre não de uma Sé, mas do mundo todo" (Homilia 88 (87) in Joannem, I. Cf. Orígenes, "In epis. Ad Rom.", 5, 10; Efrén de Siria "Humn. In B. Petr.", en "Bibl.Orient. Assemani", 1, 95; León I, "Sermo IV de Natale", 2. Apud Enciclopédia Católica, verbete Primado, artigo de G. H. JOYCE). Como você vê, São João Crisóstomo reconhecia Pedro como chefe da Igreja em todo o mundo. E São João Crisóstomo é Doutor da Igreja, e viveu antes do Cisma do Oriente. Por que os cismáticos orientais não aceitam o que esse grande Santo e Doutor oriental ensinava? 

paDEUS FALA POR SEU INTERMÉDIO EM FUNÇÃO DE SEU CARGO - "... ele não disse isso por si mesmo, mas, como era o sumo sacerdote daquele ano, profetizava que Jesus havia de morrer pela nação" (São João 11,51) 

paDOAÇÃO DE CONSTANTINOCaríssima ODETE, SUA FALA: Ou voces, Marcelo e Oswaldo não conhecem A FALSA DOAÇÃO DE CONSTANTINO QUE DEU PODER ABSOLUTO DA IGREJA PARA COROAR OU DESTRONAR OS REIS???BASEADO NUM FALSO DOCUMENTO!!! 
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Estamos bem mais informados do que v.s. pensa. Ao que consta este documento foi tido como verdadeiro até o século XV, antes da Rebelião Protestante. Foi em 1440 que a Igreja, analisando certas características deste documento desconfiou de sua autenticidade e para seu estudo confiou a pesquisa ao erudito humanista italiano Lorenzo Valla que provou que a doação era falsa. Algumas fórmulas contidas ali eram realmente da época do império de Constantino, mas parte do latim empregado não poderia ter sido escrito no século IV é também por constarem nele algumas incongruências além de mencionar o caso da cura da lepra de Constantino o que não passa de lendas surgidas posteriores a essa data. Quem teria forjado estes documentos? Até hoje ninguém sabe. 

paDOCE CRISTO NA TERRA - "E ele responderá: - Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer" (São Mateus 25,45) 

paENCONTRO COM LÍDERES DE OUTRAS CONFISSÕES - Papa se encontra com líderes de outras Igrejas e confissões cristãs SÃO PAULO, quinta-feira, 10 de maio de 2007 (ZENIT.org).- Às 12h30 desta quinta-feira, após sair do encontro com o presidente Lula no Palácio dos Bandeirantes, o Papa se dirigiu ao Mosteiro de São Bento para ter um encontro com líderes de outras Igrejas e confissões cristãs. Segundo o padre Federico Lombardi, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, comentou com os jornalistas, «foi um encontro de fraternidade e de demonstração de boas-vindas da parte dos representantes das diversas confissões religiosas». «Não foram feitos discursos, nem tratados temas específicos. Foi um momento de recíproca manifestação de fraternidade», destacou o porta-voz vaticano. O rabino Henry Sobel, 63 anos, da Congregação Israelita Paulista afirmou ao sair o encontro que o «Papa é amigo do povo judeu». «Estou saindo leve e alegre. Afinal de contas, não é todos os dias que o rabino recebe uma bênção do Papa», disse. O rabino afirmou que, «com a maior humildade», pediu uma bênção e foi abençoado. «Pedi também a permissão do Papa para abençoá-lo, autorização esta que me foi dada». Estiveram presentes no encontro Dom Oneris Marchiori e padre Marcial Maçaneiro, da Igreja Católica Apostólica Romana; reverendo pastor Carlos Möller, do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil; reverendo pastor Walter Altmann, da Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil. Também o Metropolita Tarassios, da Igreja Ortodoxa Grega; arcebispo Damaskinos Mansour, da Igreja Ortodoxa Antioquina; arcebispo Datez Karibian, da Igreja Armênia Apostólica; bispo Maurício Andrade, da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil. ainda o reverendo Manuel de Souza Miranda, da Igreja Presbiteriana Unida; Antonio Bonzoi, da Igreja Cristã Reformada; Henry Sobel, da Comunidade Judaica; e xeque Armando Hussein Saleh, da Comunidade Islâmica. 

paENVIO - "E como pregarão, se não forem enviados, como está escrito: Quão formosos são os pés daqueles que anunciam as boas novas (Is 52,7)? " (Romanos 10,15) 

paESCOLHA DE DEUS - "Ao fim de uma grande discussão, Pedro levantou-se e lhes disse: Irmãos, vós sabeis que já há muito tempo Deus me escolheu dentre vós, para que da minha boca os pagãos ouvissem a palavra do Evangelho e cressem". (Atos dos Apóstolos 15,7) 

paESCOLHIDO PELO PAI - "... não foi a carne nem o sangue que te revelou isto, mas meu Pai que está nos céus" (São Mateus 16,17) 

paESTÊVÃO VI - "(885-891), estrangulado" Tal é verdade. 

paESTÊVÃO VIII - "...(928-931), horrivelmente mutilado, para não citar outros fatos deploráveis. " 
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Francamente, os protestantes em questão devem dispor de fontes mediúnicas para fazer afirmações tão peremptórias quanto estas. Assevera-nos a Enciclopédia Católica que: "Excetuando o fato de (Estêvão VIII) ter sido um romano, filho de Teudmond, cardeal por um período de St. Atanásia, e que, quando Papa, concedeu certos privilégios para os monastérios na França e Itália, e que foi enterrado em São Pedro, nada mais se sabe a seu respeito." 

paESTÊVÃO XIVER "paFORMOSO" 

paFORMOSO, ESTÊVÃO XI, ROMANO e JOÃO - EXUMAÇÃO DE CORPO - "Deveis conhecer a história do papa Formoso: Estêvão XI fez exumar o seu corpo, com as vestes pontificais; mandou cortar-lhes os dedos e o arrojou ao Tibre. Estêvão foi envenenado; e tanto Romano como João, seus sucessores, reabilitaram a memória de Formoso". =========================== 

Relativamente ao Papa Formoso, a história é verdadeira. As razões pelas quais seu corpo foi exumado e cortados os seus dedos, contudo, são meramente políticas. 

paFRAQUEZA (do papa) - "Basta-te a minha graça, pois é na fraqueza que a força manifesta o seu poder" (2Cor 12,9)

paGELÁSIO - 1 I - DECRETO GELASIANO - CÂNON BÍBLICO - Muito se discute sobre a autoria do presente documento: para alguns, seria documento original do papa Dâmaso [366-384], oriundo do Concílio Regional de Roma de 371, já que seu conteudo se identifica perfeitamente com os dados existentes sobre seu temperamento, pensamento e relacionamento interno e externo; para outros, teria sido redigido pelo papa Gelásio [492-496], em razão da nota acrescentada no início do cap. III, existente em uma recensão mais breve; para outros, ainda, seria obra de algum clérigo, muito provavelmente do início do séc. VI, que teria se servido de outro documento de base, este sim, da lavra de Dâmaso, que conteria o fundamento para os 3 primeiros capítulos. Seja como for, de particular importância para nós é o capítulo II, que traz a lista completa dos livros que integram o Antigo e Novo Testamento. Repare-se que os livros deuterocanônicos (chamados de "apócrifos" pelos protestantes e, por este motivo, excluídos de suas Bíblia) encontram-se integrados ao cânon sagrado, fazendo eco, talvez (caso considere-se este decreto posterior ao papa Dâmaso), às decisões tomadas pelos concílios regionais de Cartago e Hipona. A propósito, ver o comparativo apresentado em Testemunhos primitivos sobre o cânon bíblico. De importância secundária é a aprovação da literatura de certos padres comprometidos com a ortodoxia (o que suportará a Sagrada Tradição) e a condenação dos escritos de hereges e cismáticos, cujas opiniões de muitos deles são revividas ainda nos dias de hoje (ex.: arianismo, nestorianismo etc.), com a expansão de inumeráveis seitas cristãs e não-cristãs. 

paGELASIO - 2 I - ver biCÂNONES - DECRETO GELASIANO 

paGELÁSIO - 3 I - VER "euGELÁSIO I" 

paGREGÓRIO I, BONIFÁCIO III, PASCOAL II,EUGÊNIO III, JÚLIO II, PIO IV, ADRIANO II, PIO VII, XISTO V, CLEMENTE XIV e PAULO IIIASSUNTOS QUE NÃO SÃO QUESTÕES DE FÉ - ACUSAÇÕES: - "Gregório I chamava Anticristo ao que se impunha como Bispo Universal; e, entretanto, Bonifácio III conseguiu obter do parricida imperador Focas este título em 607. Pascoal II e Eugênio III autorizavam os duelos, condenados pelo Cristo; enquanto que Júlio II e Pio IV os proibiram. Adriano II, em 872, declarou válido o casamento civil; entretanto, Pio VII, em 1823, condenou-o.Xisto V publicou uma edição da Bíblia e, com uma, recomendou a sua leitura; e aquele Pio VII excomungou a edição. Clemente XIV aboliu a Companhia de Jesus, permitida por Paulo III; e o mesmo Pio VII a restabeleceu". ======================== 

Nenhuma das questões acima envolve matéria de fé ou de moral, pelo que em nada desabonam o papado 

paGREGÓRIO VII - (Pontificado: 1073 a 1085) - São Gregório não só foi uma das figuras mais importantes entre os Papas da Igreja Católica, bem como foi extremamente caluniado e perseguido durante seu pontificado. É uma das figuras que mais defendeu os direitos da esposa de Cristo. O Século XI foi para a Igreja um período de grande humilhação. Não fosse ela uma instituição divina, edificada sobre a rocha, os próprios filhos tê-la-iam destruído. O Clero superior e inferior, em sua maioria, tinha esquecido de sua alta missão. A simonia (tráfico ou venda ilícita de coisas sagradas), corrupção e indisciplina, tinham tomado conta dos altos e baixos setores da Igreja. Freqüentíssimos escândalos, e os príncipes seculares, quais lobos famintos, invadiam o aprisco do Senhor. Os reis Filipe e Augusto I da França, Boleslau II da Polônia, Henrique IV, imperador da Alemanha, eram verdadeiros monstros de crueldade e imoralidade. A palma, porém, coube ao imperador, que em crueldade, devassidão e ambição não achava semelhante. Deus se amerciou de sua Igreja e deu-lhe um Papa, como as circunstâncias o exigiam. Foi no ano de 1073 que Hildebrando (depois cognominado Gregório VII), assumiu a suprema dignidade papal. Ao receber essa notícia, São Pedro Damião, contentíssimo exclamou: "Agora será calcada a cabeça miliforme da serpente peçonhenta, e será posto um termo aos negócios torpes; o falsário Simeão Mago não mais cunhará moedas na Igreja; voltará ao tempo áureo dos Apóstolos, revigorará a disciplina eclesiástica, serão derrubadas as mesas dos vendilhões..." Gregório convocou o Concílio Lateranense e renovou as antigas leis da Igreja, que existiam, sobre o celibato dos sacerdotes, contra a simonia, e fez incorrer nas censuras eclesiásticas os bispos da França, que tinham rejeitado os decretos pontifícios, como impraticáveis e irrazoáveis. Dos bispos da Alemanha, só dois tiveram a coragem de aceitar e por em execução as determinações do Papa. O mais descontente de todos foi o imperador da Alemanha, que pelas proibições do Papa, se via prejudicado no negócio mais rentosos. Wiberto, arcebispo de Ravenna, ex-chanceler do imperador na Itália, promoveu uma conspiração contra o Papa. Na estação da Missa da meia noite de Natal os conspiradores, chefiados por Cencio, invadiram a Igreja e apoderaram-se da pessoa do Papa, para levá-lo à prisão. O povo, porém, libertou seu Pastor e Cencio teria sido apedrejado, se Gregório não lhe tivesse generosamente perdoado. Um segundo Concílio foi realizado em 1075, confirmou as determinações anteriores e fez intimação ao imperador para que respondesse pelos seus crimes, sob pena de excomunhão. Henrique respondeu com um decreto elaborado por bispos alemães: "Falso monge, carregado de maldição de todos os bispos e condenado pelo nosso tribunal, desce e renuncia à cadeira apostólica, indignamente usurpada". Gregório, em vez de descer, lançou excomunhão contra Henrique e os Prelados rebeldes. Os príncipes da Alemanha, há muito cansados da tirania e arbitrariedade do imperador, reunidos na Dieta de Tribur (1076), declararam-no deposto pelo prazo de um ano, caso não procurasse ser absolvido da excomunhão, tendo-lhe sido decretado que comparecesse à grande Dieta de Augsburgo, na qual devia justificar-se diante do Papa e da nação, com audiência marcada para 02 de fevereiro de 1077. Proibiram-no que se ausentasse da Alemanha antes da celebração da Dieta. Para evitar a humilhação de ser deposto, onde às claras iriam lhe expor seus crimes, tratou de clandestinamente obter a absolvição da excomunhão, dirigindo-se ao castelo da princesa Matilde, em Canossa, onde estava o Papa Gregório. Em traje penitente, permaneceu descalço por três dias em período de rigoroso inverno, esperando obter audiência do Papa, que negou-se a recebê-lo por saber que deveria apresentar-se à Dieta. Entretanto, graças às instâncias da condessa Matilde, acabou cedendo e recebeu Henrique, que aceitou as condições impostas mediante juramento, motivo pelo qual foi absolvido e recebeu a Sagrada Comunhão. Mal saíra de Canossa, esquecendo-se das promessas, aliou-se aos príncipes e bispos inimigos do Papa e, uma vez na Alemanha, moveu guerra contra seus adversários. Reuniu um concílio de bispos rebeldes em Mogúncia (1080), os quais elegeram papa o bispo Wiberto de Ravenna, que tomou o nome de Clemente III. Rodolfo de Suábia, pereceu na batalha de Volksheim e Henrique marchou sobre Roma, para tirar vingança do Papa. Só depois de um assédio de dois anos, tomou a cidade, onde recebeu a corôa imperial das mãos do antipapa. Gregório retirou-se para Salermo, onde morreu em 25 de maio de 1085. As últimas palavras foram: "Amei a Justiça e odiei a iniqüidade, eis porque morro no exílio". Henrique não foi feliz com as conquistas. Graves distúrbios chamaram-no para a Alemanha onde achou os filhos em franca rebelião contra o pai. Perseguido e amaldiçoado pelos filhos, Henrique teve um fim triste, ao passo que Deus glorificou por estupendos milagres o túmulo do seu fiel servo Gregório. 

paGREGÓRIO VIII - Caso do esvasiamento de uma piscina que continha 6000 esqueletos de recém-nascidos. Ver em http://juniorhallak.vilabol.uol.com.br/yeshuahamashya.html 

paHIERARQUIA - OUTROS BONS PASTORES - "A uns ele constituiu apóstolos; a outros, profetas; a outros, evangelistas, pastores, doutores" (Efésios 4,11) 

paHONÓRIO MANIQUEÍSTA? - "Honório aderiu ao maniqueísmo". 
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A afirmação acima é de uma estultice sem medidas. Chega a ser assombrosa a falta de condições dos autores do texto em discutir fatos históricos acerca da Igreja. Honório (Papa entre os anos 625-638) reinou em um momento em que a heresia da moda era o monotelismo (tristemente confundida com o maniqueísmo pelos protestantes autores deste texto). Esta heresia, muitíssimo sutil, afirmava que, muito embora houvesse duas naturezas em Jesus Cristo (a humana e a divina), nEle havia apenas uma vontade: a divina. A ortodoxia católica sempre afirmou que em Cristo há duas vontades: a humana e a divina. O patriarca de Constantinopla, Sérgio, adepto do monotelismo, escreveu uma carta ao Papa, consultando-o sobre a questão. O Papa, então, respondeu-lhe em uma carta em que demonstrou concordar com Sérgio, muito embora condenando a expressão "uma única vontade". Nesta carta, o Papa não invocou sua autoridade, nem definiu a questão. Ele simplesmente demonstrou concordar com Sérgio, sem, contudo, vincular a Igreja. Portanto, não aderiu, formalmente, à heresia monotelista, nem a ensinou no uso de seu magistério. Tanto o é que o Concílio de Constantinopla condenou o Papa Honório, em 680 d. C., não por ser herege, mas por não ter, ele próprio, condenado o monotelismo. 

paINDIGNOS - A garantia bíblica da infalibilidade papal, é um benefício para os cristãos e não para o portador deste carisma. O fato de o tesouro nos ser transmitido, às vezes, por vasos indignos é prova cabal de que não se trata de coisa humana como tão bem se expressa São Paulo: "Porém, temos este tesouro em vasos de barro, para que transpareça claramente que este poder extraordinário provém de Deus e não de nós." (II Coríntios 4,7) 

paINFALIBILIDADE - "Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus." (São Mateus 16,19) "Mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos" (São Lucas, 22,32) - "Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não façais como eles, pois dizem e não fazem" (São Mateus 23,2-3) CIC - INFALIBILIDADE absolutamente não se confunde com IMPECABILIDADE. Este conceito que nós, católicos damos a conhecer aos evangélicos é o suficiente para que estes não mais repitam tal confusão. Mas... se quiser repeti-la, não há problema. Vou gravar esta resposta e, sempre que precisar não será mais necessário digitá-la novamente. INFALIBILIDADE - Para manter a Igreja na pureza da fé transmitida pelos apóstolos, Cristo quis conferir à sua Igreja uma participação em sua própria infalibilidade, ele que é a Verdade. Pelo "sentido sobrenatural da fé", o Povo de Deus "se atém indefectivelmente à fé", sob a guia do Magistério vivo da Igreja. A missão do Magistério está ligada ao caráter definitivo da Aliança instaurada por Deus em Cristo com seu Povo; deve protegê-lo dos desvios e dos afrouxamentos e garantir-lhe a possibilidade objetiva de professar sem erro a fé autêntica. O ofício pastoral do Magistério está, assim, ordenado ao cuidado para que o Povo de Deus permaneça na verdade que liberta. Para executar este serviço, Cristo dotou os pastores do carisma de infalibilidade em matéria de fé e de costumes. O exercício deste carisma pode assumir várias modalidades. Goza desta infalibilidade o Pontífice Romano, chefe do colégio dos Bispos, por força de seu cargo quando, na qualidade de pastor e doutor supremo de todos os fiéis e encarregado de confirmar seus irmãos na fé, proclama, por um ato definitivo, um ponto de doutrina que concerne à fé ou aos costumes... A infalibilidade prometida à Igreja reside também no corpo episcopal quando este exerce seu magistério supremo em união com o sucessor de Pedro, sobretudo em um Concílio Ecumênico. Quando, por seu Magistério supremo, a Igreja propõe alguma coisa "a crer como sendo revelada por Deus" como ensinamento de Cristo, "é preciso aderir na obediência da fé a tais definições. Esta infalibilidade tem a mesma extensão que o próprio depósito da Revelação divina. A infalibilidade do magistério dos pastores se estende a todos os elementos de doutrina, incluindo a moral. Sem esses elementos, as verdades salutares da fé não podem ser guardadas, expostas ou observadas. (CIC) INFALIBILIDADE absolutamente não se confunde com IMPECABILIDADE. Este conceito que nós, católicos fizemos conhecer aos evangélicos é o suficiente para que estes não maos repitam tal confusão. Mas... se quiser repetí-la, não há problema. Vou gravar esta resposta e, sempre que precisar não será mais necessário digitar a resposta. Exemplos de INFALIBILIDADE na Bíblia: INERENTE AO CARGO: "E Caifás, um deles que era sumo sacerdote naquele ano, lhes disse: Vós nada sabeis, nem considerais que nos convém que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação. Ora ele não disse isto de si mesmo, mas, SENDO SUMO SACERDOTE NAQUELE ANO, profetizou que Jesus devia morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos" (São João 11,49-52) INFALIBILIDADE DO REI: "As palavras do rei são como oráculos: quando ele julga, sua boca não erra. " (Provérbios 16,10) CÁTEDRA DE MOISÉS: "Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não façais como eles, pois dizem e não fazem" (São Mateus 23,2-3) Para compreender este dogma, convém ter na lembrança: Sujeito da infalibilidade papal é todo o Papa legítimo, em sua qualidade de sucessor de Pedro e não outras pessoas ou organismos (ex.: congregações pontificais) a quem o Papa confere parte de sua autoridade magistral. O objeto da infalibilidade são as verdades de fé e costumes, reveladas ou em íntima conexão com a revelação divina. A condição da infalibilidade é que o Papa fale ex catedra: - Que fale como pastor e mestre de todos os fiéis fazendo uso de sua suprema autoridade. - Que tenha a intenção de definir alguma doutrina de fé ou costume para que seja acreditada por todos os fiéis. As encíclicas pontificais não são definições ex catedra. A razão da infalibilidade é a assistência sobrenatural do Espírito Santo, que preserva o supremo mestre da Igreja de todo erro. A conseqüência da infalibilidade é que a definição ex catedra dos Papas sejam por si mesmas irreformáveis, sem a intervenção ulterior de qualquer autoridade." POR QUE CATÓLICO NÃO FALA DA SANTA INQUISIÇÃO? Autor: H. van de O. em 27/01/2004, 11:32:47 (enviar e-mail para o autor) A inquisição não coloca por terra a questão da infalibilidade papal pois dois motivos simples: a) como já disse antes, é anacrônico. Assim como as Escrituras Hebraicas só foram "entendidas" e publicadas ao longo do tempo (e se multiplicavam na medida em que novas questões e implicações apareciam), também o cristianismo (e nesse o catolicismo, obviamente), com o passar do tempo, apresentava questões novas, cujas respostas não se encontravam explicitamente no texto sacro. A questão da infalibilidade papal não aparece em nenhum documento da Igreja nos tempos da inquisição. Nenhum dos documentos daquela época é uma pronunciação "ex cathedra" (que caracteriza a infalibilidade). E assim passamos ao segundo ponto. b) A infalibilidade papal só se aplica a "uma definição que empenha a máxima autoridade (ex cathedra) em matéria de fé e costumes". Foi definida pelo Vaticano I. O Vaticano II completou a definição acrescentando a competência da definição também à "totalidade dos fiéis" (LG 12). Por isso atualmente os teólogos compreendem que o dogma da infalibilidade é aplicável à Igreja como um todo, considerando-se que a Igreja é depositária da verdade infalível que é o Cristo. Como o Cristo é único, assim o vicário de Pedro é também único enquanto ponto de unidade de toda a catolicidade. Para os católicos, então, uma definição "ex cathedra" não é uma decisão arbitrária do papa, mas sim uma definição do magistério a respeito do que se crê já na catolicidade mas que não foi ainda definido. Por isso, depois da proclamação do dogma da infalibilidade papal só houve duas definições ex cathedra na Igreja: a immaculada e a assunção (realidades nas quais se acreditava já desde os primórdios do catolocismo - há documentos datados do séc. IV que o demostram). Dogmas que são lidos à luz do Cristo (basta ler os textos das duas definições), verdade infalível; é por isso que o dogma tem "vinculabilidade": liga à verdade incondicionada (Cristo). Desses dois pontos de vista, infalibilidade e inquisição não quadram. A infalibilidade é questão dogmático-teológica. A inquisição, por outro lado, não é questão teológica (ainda que se buscasse razões na Escritura para tal) e é melhor compreendida do ponto de vista sócio-político. Não há teólogo que se preze que defenda a inquisição. Hoje sabemos que foi um erro. Até o papa pediu perdão (durante o ano jubilar) por tal erro. ROMA LUCATA... - "Roma Locuta, Causa Finita – Roma falou, a causa está encerrada." (Santo Agostinho - Sermão 131,10) A INFALIBILIDADE DO SUMO SACERDOTE - "E Caifás, um deles que era sumo sacerdote naquele ano, lhes disse: Vós nada sabeis, nem considerais que nos convém que um homem morra pelo povo, e que não pereça toda a nação. Ora ele não disse isto de si mesmo, mas, SENDO SUMO SACERDOTE NAQUELE ANO, profetizou que Jesus devia morrer pela nação. E não somente pela nação, mas também para reunir em um corpo os filhos de Deus que andavam dispersos" (São João 11,49-52). A INFALIBILIDADE DO REI - "As palavras do rei são como oráculos: quando ele julga, sua boca não erra. " (Provérbios 16,10) INFALIBILIDADE INERENTE AO CARGO - "Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não façais como eles, pois dizem e não fazem" (São Mateus 23,2-3). INFALIBILIDADE INERENTE AO CARGO - ORÁCULO DE DEUS - "Moisés saiu e disse ao povo as palavras de Javé. Em seguida reuniu setenta anciãos dentre o povo e os colocou ao redor da Tenda. Javé desceu na Nuvem. Falou-lhe e tomou do Espírito que repousava sobre ele e o colocou nos setenta anciãos... Dois homens haviam permanecido no acampamento: um, deles se chamava Eldad e o outro Medad. O Espírito repousou sobre eles; ainda que não tivessem vindo à Tenda, estavam entre os inscritos. puseram-se a profetizar ao acampamento" (Números 11, 24-26) A INFALIBILIDADE SEGUNDO A RAZÃO - Não se justifica que Deus possa ter deixado os homens à sua própria sorte no tocante à doutrina. O "livre exame" protestante gera o subjetivismo e as divisões, condenadas pela Sagrada Escritura. A autoridade de um corpo de apóstolos é necessária, racionalmente, para a realização dos planos de Deus na terra, sob pena de aceitarmos a tese de que Deus não guia seu povo. 

paINOCÊNCIO VIII - VER "paPIO II" 

paJOANA - Há duas principais versões medievais da lenda da papisa Joana: A primeira diz que uma jovem nascida em Mogúnica na Alemanha, vestida de homem, foi levada por seu amante à Grécia, tendo ali adquirido grande erudição; posteriormente mudou-se para Roma onde exerceu o magistério e chegou ser eleita Papa em 885 com o nome de João Ânglico. Em sua caminhada, porém, de São Pedro a Latrão, morreu quando deu à luz um filho. A segunda, conta que uma mulher vestida de homem tornou-se escrivã da Cúria Romana, sendo promovida a Cardeal e logo a seguida a Papa; conta que deu à luz quando andava a cavalo, tendo sido morta a pedradas pela população revoltada. Quanto ao ano de seu pontificado existem divergência sendo que alguns apontam que foi no ano de 1099 e outros que foi em 914. Esta história mereceu credibilidade nos séculos XIV e XV tanto que chegou até a merecer um busto entre os papas em 1400 no domo de Sena. Tanto assim que no Concílio de Constança ninguém constestou o fato quando foi citado pelo herege João Huss. O fato somente foi posto sob suspeita a partir do século XVI por considerar: 1 - Vacilações e incertezas constantes das diversas versões (há mais que duas) principalmente no que se refere às datas dos pontificados; 2 - Estas lendas são totalmente ignoradas, até meados do século XIII pelos cronistas medievais; 3 - As listas, plenamente documentadas dos papas não oferece nenhuma lacuna onde se poderia inserir o reinado da dita papisa. Qualquer uma dessas três considerações é suficiente para pôr em nocaute esta história da PAPISA JOANA. 

paJOÃO - VER "paFORMOSO" 

paJOÃO PAULO II - OPINIÃO DE UM EVANGÉLICO - "UMA PERDA PARA O NOSSO TÃO SOFRIDO PLANETA † "Embora eu seja um cristão evangélico e não concordar com certas práticas e doutrinas católicas, sem sombra de dúvida o Papa João Paulo II nos deixou um grande legado no campo da ética. Quantas e quantas vezes eu lia e leio suas posições sobre o aborto, na qual este eminente líder religioso conclama a sociedade a valorizar este grande dom de Deus - a vida. Quantas e quantas vezes este homem de visão cristalina, denuncia que muitas pessoas escolheram para ser o deus deste mundo - o $$$$ cifrão. Neste mundo onde muitas pessoas não dão lugar em suas vidas ao Deus cristão, infelizmente ficaram sem mais um dos seus atalaias." † † † 

paJOÃO VIII - MORTES VIOLENTAS - "O papado continuou tendo seus períodos sombrios, marcados por imoralidade e corrupção. Um desses períodos ocorreu entre o final do século IX e o início do século XI, quando a instituição papal foi controlada por poderosas famílias italianas. A história revela que um terço dos papas dessa época morreu de forma violenta: João VIII (872-882) foi espancado até a morte por seu próprio séquito
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Isto é de uma falsidade histórica grotesca. João VIII (872-882) teve um difícil mas glorioso pontificado, empreendendo amplos esforços para a conversão dos eslavos e para deter o avanço sarraceno (inclusive gastando sua própria fortuna neste intento) sobre a Europa. A versão de que ele teria sido morto com marteladas na cabeça simplesmente não é aceita por nenhum historiador moderno (à exceção, claro, dos nossos amigos protestantes autores deste texto, todos de uma seriedade a toda a prova...). De qualquer forma, ainda que a versão forjada (e adotada pelos protestantes em questão) fosse verdadeira, o assassino de João VIII teria sido um dos seus conhecidos que visava roubar seu dinheiro. Ele teria, simplesmente, sido uma vítima da ganância humana. Não há rigorosamente nada nesta história forjada que possa arranhar a imagem do papado.



paJOÃO X, SÉRGIO III, ANASTÁCIO III, LANDÃO e JOÃO X - "A Sérgio III sucedeu Anastácio III de Agosto de 911 a Outubro de 913; depois veio LANDÃO, até Abril de 914, e JOÃO X , filho da DITADORA MARÓCIA e do papa SÉRGIO III, primo do primeiro marido dela, o Príncipe ALBERICO" 
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Na verdade, o suposto filho de Sérgio III com Marócia seria João XI (e não João X). Como visto acima, tal é falso. 

paJOÃO XI - MENTIRA DO "PASTOR": "O papa João XI era filho ilegítimo de Marózia, amante do papa Sergio III, ano 941. – O papa João XII, ano 955, violava virgens, viúvas e conviveu com a amante de seu pai: fez do palácio papal um bordel, e, foi morto num ato de adultério, pelo marido da mulher que violava". 
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VERDADE DOCUMENTAL: O Papa João XI foi filho LEGÍTIMO de Marózia e Albérico I, conde de Túsculo. Marózia jamais teria sido "amante" do Papa Sérgio III ano 941, pois no ano 911, 30 anos antes, ele já havia falecido. O Papa João XII, ano 955, jamais foi esse monstro que o herege "pastor" pinta. Nenhum registro oficial da história acusa que ele se envolveu em orgias com alguém, tenha feito do palácio Papal "bordel" ou que em adultério tenha sido morto. Quando na verdade, foi sucedido por Leão VIII num sínodo manipulado por Oto I, rei da Alemanha. João XII conseguiu depor Leão VIII, e falece. Dificilmente poderia merecer as calúnias vazias protestantes. Nas difíceis circunstâncias de seu pontificado, ele até que foi um bom Papa, apesar de jovem e centralizador. Hoje se sabe que as calúnias contra estes Papas vieram do cronista Liutprando, inimigo da família de Marózia, sedento por difamar o Papado por conter um membro da família desta. (ver Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99./ Enciclopédia wikipédia). 

paJOÃO XII - (955-964) - "Considerado um dos piores papas de toda a história da igreja, sua corte era repleta de amantes e criminosos. Morreu assassinado". 
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O Papa João XII, ano 955, jamais foi esse monstro que os hereges pintam. Nenhum registro oficial da história acusa que sua corte era repleta de amantes e criminosos, ou tenha sido assassinado. Quando na verdade, foi sucedido por Leão VIII num sínodo manipulado por Oto I, rei da Alemanha. João XII conseguiu depor Leão VIII, e falece. Dificilmente poderia merecer as calúnias vazias protestantes. Nas difíceis circunstâncias de seu pontificado, ele até que foi um bom Papa, apesar de jovem e centralizador. Hoje se sabe que as calúnias contra estes Papas vieram do cronista Liutprando, inimigo da família de Marózia, sedento por difamar o Papado por conter um membro da família desta. (ver Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99./ Enciclopédia wikipédia) Heehehehe, tá sendo bem divertido... e ardido, não tá augusto? OUTRA CALÚNIA SEMELHANTE: JOÃO XII, ano 955, violava as virgens e viúvas, conviveu com a amante de seu pai, fez do palácio papal um bordel e foi morto num ato de adultério pelo marido da mulher violada. 

paJOÃO XXII - IMORTALIDADE DA ALMA - "João, o XXII, negou a imortalidade da alma, sendo deposto pelo concílio de Constança". 
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João XXII (Papa entre os anos 1316-1334) jamais negou a imortalidade da alma. É de estarrecer que tais afirmações possam ser vistas num texto que se supõe sério. Este Papa, homem bastante austero, chegou a duvidar que os santos tivessem a visão beatífica de Deus antes do Juízo Final. Convenhamos que, entre tal afirmação (que por si só já pressupõe a existência da alma imortal) e aquela a ele imputada pelos protestantes em questão há uma distância abissal. Antes de ascender à Sé de Pedro, João XXII chegou a escrever negando a visão beatífica anteriormente ao juízo final. Sendo já Papa, num primeiro instante, ele afirmou que, não havendo qualquer decisão dogmática a este respeito, os teólogos católicos eram livres para decidir acerca da matéria. No entanto, ele instituiu uma comissão para estudar as Escrituras e os escritos dos Padres. Num consistório, realizado em 03/01/1334, o Papa declarou que jamais quis ensinar nada que ferisse a fé católica e, antes de sua morte, ele expressamente reviu o seu posicionamento. Ainda bem que João XXII era católico. Se fosse protestante, mandaria às favas a opinião de teólogos, os ensinamentos das Escrituras e, por fim, os escritos dos santos Padres. Após passar por cima de todas estas autoridades, ele fincaria o pé em seu equívoco e, doravante, ninguém mais seria capaz de demovê-lo do erro. Exatamente como ocorre em qualquer igrejola protestante em nosso país...



paJOÃO XXIII - "O Papa João XXIII ano 1410, (não confundir com o João XXIII mais recente), foi o pior deles! Mulheres casadas foram alvo de seus galanteios; mais de 200 freiras e donzelas foram violadas por esse papa!" 
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VERDADE DOCUMENTAL: O "João XXIII", ano 1410, não era Papa e sim um ANTIPAPA (sujeito que dizia ser "Papa" sem ser), este era mesmo um salafrário, mentiroso, enganador, ambicioso, trapaceiro, ladrão e assassino. Mas que fique claro, não era Papa. Baltazar Cossa foi um antipapa, um falso pretendente ao trono de Pedro, que teve de abdicar. Graças ao bom Deus, porém mais tarde, ele converteu-se e abandonou sua pretensão papal. Mas é tão mentiroso quanto ele era, o "pastor" que escreveu em seu artigo fantasioso, que ele "violentou mais de 200 freiras e donzelas". PURO EMBUSTE! O legítimo e verdadeiro Papa desta época, 1406-1415, em Roma, era Gregório XII (Enciclopédia® Microsoft® Encarta 99.) É numa dessa que os protestantes dançam para seus "pastores". 

paJOSÉ CHAMADO PAI POR JESUS - "Ao vê-lo, ficaram surpresos, e sua mãe lhe disse: 'Meu filho, por que agiste assim conosco? Olha que TEU PAI e eu, aflitos, te procurávamos" (Lc 2,48)



paJULIO II - VER "paGREGÓRIO I " 

paKEPHAS - Sites protestantes confirmando Kefá significa pedra, e que este era seu nome no original (pedra, em versão masculina Pedro). 

Quanto a sentar no trono de Deus, a Igreja ensina, segundo a Bíblia que o próprio Cristo em que nos dá seu Trono, ninguém rouba Dele (Ap 3:21). E a autoridade das chaves só foi dada a Pedro. Até o próprio site CACP, que embora negue a primazia (destaque) admite que Pedro se destacou dentre os doze (o que é uma contradição da parte deles). Pois tudo que se destaca tem primazia. A Igreja sempre deixou claro que Cristo é Cristo e Pedro é Pedro. Pedro é substituto direto de Cristo no sentido de falar em Nome de Dele aqui entre nós desde a partida de Cristo ao Céu, começando com a iniciativa da eleição do substituto de Judas Escariotes e tudo mais já tão fartamente citado. 

paLEÃO V - (903-904), "assassinado pelo sucessor, Sérgio III (904-911)" 
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A causa da morte de Leão V permanece absolutamente obscura. Aliás, muitíssimo pouco se sabe da sua vida, da sua eleição, de seu pontificado e das causas da sua morte.É certo que ele foi preso (por motivos desconhecidos) e que há uma lenda atribuindo a sua morte a Sérgio III, mas, conforme nos assevera a Enciclopédia Católica (tradução minha com grifos acrescentados): "é mais provável que Leão tenha morrido de causas naturais na prisão ou em um monastério". De Leão V foi escrito: "ele foi um homem de Deus e de uma vida digna de louvores e de santidade." Novamente: não há nada em Leão V que macule o papado. 

paLEÃO VII, ESTÊVÃO VIII, MARINO II, AGAPITO II, JOÃO XII e JOÃO XI "LIQUIDADO" - "A João x sucedeu LEÃO VI, e, sete meses depois, ESTEVÃO VII. Em 931, outro filho de Marócia subiu ao trono, com o nome de JOÃO XI. Em 932, Marócia casou-se com o Rei Hugo, irmão de seu segundo marido. João XI foi liquidado em 936, sucedendo-lhe LEÃO VII (936-939). ESTEVÃO VIII (propriamente IX), de 939-942; MARINO II, de 943-946; AGAPITO II, de 946-956; e finalmente OTAVIANO, neto de Marócia, e que foi o primeiro a mudar de nome ao galgar o trono papal. Tinha ele 18 anos de idade, e tomou o nome de JOÃO XII". 
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Novamente, apenas narram-se ou a sucessão dos Papas (a afirmação de que João XI foi "liquidado" - como, quando, por quem? - é absolutamente gratuita) e as aventuras de Marócia, mulher que, de fato, logrou ter um grande poder político em Roma. No entanto, objetivamente, nada há aqui que macule o Papado (e olhe que este foi o período mais conturbado da gloriosa história dos Papas). 

paLEÃO X - VER "mePAPA LEÃO X" 

paLIBÓRIO ARIANO? - "Libório consentiu na condenação de Atanásio; depois, passou-se para o arianismo fato este confirmado até por Jerônimo. 
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A simplicidade franciscana com que os autores deste texto tratam de um dos mais dramáticos episódios da história da Igreja chega a ser repulsivo. Libório foi Papa entre os anos de 352-366. Neste período, o imperador de Roma, Constâncio, aderiu ao arianismo, doutrina que nega a divindade de Cristo. O grande defensor da ortodoxia, na época, foi Santo Atanásio. Neste cenário, pode-se compreender, perfeitamente o porquê de Constâncio ter usado todo o poder de seu cargo para obter, junto do Papa Libório, uma condenação formal tanto de Atanásio quanto da doutrina por ele defendida. O Papa Libório defendeu, com todas as suas forças, a ortodoxia. Enfrentou o imperador face a face e foi exilado. O trono de Pedro foi, então ocupado, por dois anos, por um anti-papa de nome Félix, quando, então, dada a resistência oferecida por Libório no exílio, o imperador capitulou e consentiu jo seu retorno. Libório regressou a Roma, tendo entrado na cidade sob aclamação popular. Re-ocupou o Sé Apostólica e passou os últimos anos de sua vida lutando contra o arianismo e defendendo a fé na divindade de Cristo estabelecida no Concílio de Nicéia. Como se vê, dificilmente pode-se atribuir a este Papa o pecado de ter "passado para o arianismo." De onde vêm, pois, tais acusações? Há muitos escritos antigos que nos dão notícia de que Libório, no exílio, e sob a ameaça de morte, teria assinado um credo ariano, supostamente concordando com o mesmo. Ainda que o tivesse feito, tal assinatura foi lançada sob severa coação e, portanto, não representava nem a vontade nem a fé do Papa. Como toda manifestação de vontade emanada sob coação, a mesma foi nula e de nenhum efeito. Tanto não representava a fé do Papa que, retornando triunfante a Roma, ele dedicou os últimos anos de seu pontificado para varrer o arianismo da Igreja. No entanto, sempre houve dúvidas acerca da veracidade desta assinatura e de qual credo o Papa teria assinado sob coação. Para alguns, ele assinou um credo "semi-ariano". Para outros, ele assinou um credo que combinava outros três anteriormente lançados (nenhum dos quais heréticos) e, mesmo assim, inserindo no mesmo a expressão segundo a qual Cristo era "em tudo igual ao Pai". Se tal corrente for a correta, o Papa simplesmente teria assinado um credo antiariano, ainda que sob a pressão dos arianos. Enfim, ainda que o pior tenha acontecido (e, se de fato aconteceu, jamais saberemos), o fato é que o Papa apenas teria assinado um documento sob coação. Toda a sua vida, antes e depois de tal assinatura, foi uma constante luta contra o arianismo. 

paLINO - CLETO - CLEMENTE - "Paremos um momento para... respirar. Estes senhores que se sucederam mediante o assassinato uns dos outros; estes senhores que foram eleitos (?) à força de traições, de violências inqualificáveis; estes serão sucessores legítimos dos santos mártires Lino, Cleto e clemente? OH! NÃO! O bispado de Roma vagou nesse tempo, e os bispos posteriores já não podem ser considerados sucessores de aqueles aos quais os Apóstolos Pedro e Paulo confiaram a cura espiritual da Igreja Romana". 
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ONDE ESTÁ ESCRITO? 

paLISTA - PEQUENO HISTÓRICO dos papas) - VER: 

paLISTA DO PAPAS MÁRTIRES ATÉ CONSTANTINO - Confunde-se ROMA pagã, perseguidora dos cristãos com ROMA cristã, onde se encontra a sede da Igreja Católica. Com tal confusão, não sei se por ignorância ou por má fé, sugere-se que os papas eram perseguidores dos cristãos. Isto sim é uma grande e deslavada mentira. Eis quais eram os papas e quais os imperadores pagãos que os martirizaram juntamente com milhares de outros cristãos: 1º Papa - São Pedro - de 37 a 67 morto por Nero - de 41 a 68 2º Papa - São Lino - de 67 a 76 morto por Vespasiano - de 69 a 79 3º Papa - São Cleto - de 77 a 88 morto por Domiciano - de 81 a 96 4º Papa - S.Clemente I - de 89 a 98 morto por Trajano - de 98 a 117 5º Papa - St.Evaristo - de 98 a 105 morto por Trajano 6º Papa - St.Alexandre I - de 105 a 115 morto por Trajano 7º Papa - S.Xisto - de 115 a 125 morto por Adriano - de 117 a 138 8º Papa - S.Telésforo - de 125 a 136 morto por Adriano 9º Papa - St. Higino - de 137 a 140 morto por Antonino - de 138 a 161 10º Papa - S.Pio I - de 140 a 155 morto por Antonino 11º Papa - St.Aniceto - de 155 a 166 morto por M.Aurélio de - 161 a 180 12º Papa - S.Sotero - de 166 a 175 morto pro M.Aurélio 13º Papa - St. Eleotério - de 175 a 189 morto por Comodo de 180 a 193 14º Papa - S.Vitor I - de 189 a 199 morto por S.Severo - de 193 a 211 15º Papa - S.Zeferino - de 199 a 217 morto por Caracala - de 211 a 217 16º Papa - S.Calixto I - de 217 a 222 morto por Heliogabalo de 218 a 222 17º Papa - St.Urbano I - de 222 a 230 morto por A.Severo de 222 a 235 18º Papa - S.Ponciano - de 230 a 235 morto por Alexandre Severo 19º Papa - St Antero - de 235 a 236 morto por Maximino de 235 a 238 20º Papa - S.Fabiano de 236 a 250 morto por Décio de 249 a 251 21º Papa - S.Cornélio - de 251 a 253 morto por Treboniano - de 251 a 253 22º Papa - S.Lúcio - de 253 a 254 morto por Valeriano - de 253 a 260 23º Papa - St Estêvão - de 254 a 257 morto por Valeriano 24º Papa - S.Xisto II - de 257 a 258 - Morto por Valeriano 25º Papa - S.Dionísio - de 259 a 268 - Não sofreu o martírio 26º Papa - S. Félix - de 269 a 274 - morto por Aureliano - de 270 a 275 27º Papa - S.Eutiquiano - de 275 a 283 - não sofreu o martírio 28º Papa - S. Caio - de 283 a 296 - Não sofreu o martírio 29º Papa - S. Marcelino - de 296 a 304 - Não sofreu o martírio 30º Papa - S. Marcelo I - de 307 a 309 - morto por Constâncio de 305 a 311 31º Papa - St. Euzébio - de 309 a 310 - desterrado por Maxêncio 32º Papa - S.Melquíades - de 311 a 314 - Este não foi morto - Já reinava Constantino I, o Grande - de 305 a 337, embora não sozinho, pois havia uma tetrarquia. Sucessor de Santo Eusébio, São Melquíades era natural da África, assumindo o trono pontifício em Roma em 311. Sofreu dura perseguição durante o governo de Maximiano, sendo estes talvez os anos do declínio das perseguições implacáveis contra a Igreja de Cristo. Tudo levava a crer que São Melquíades seria mais um Papa a entrar no rol dos mártires, o que não se confirmou. Pelo contrário, teve a oportunidade de presenciar a paz que o imperador Constantino, recém convertido, trouxe à igreja e ao mundo em 312. Morreu quando a Igreja , portanto, já vivia tempos mais tranqüilos. 

paMARCELINO PRATICA IDOLATRIA? - "O papa Marcelino entrou no templo de Vesta e ofereceu incenso à deusa do paganismo. Foi, portanto, idólatra; ou,pior ainda; foi apóstata! 
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O espetáculo de inverdades históricas está apenas começando. Marcelino (aliás, São Marcelino,) foi Papa entre os anos 296-304, durante a última grande perseguição de Roma ao cristianismo. Euzébio de Cesaréia, escrevendo poucos anos após o seu pontificado apenas afirmou que a perseguição acabou por atingí-lo. Isto, e nada mais. Quase um século depois, inimigos do Papado (notadamente os donatistas) acusaram o Papa Marcelino de ter queimado incenso a deuses pagãos. Santo Agostinho, contudo, veio em sua defesa, afirmando que não havia qualquer prova a este respeito. De fato, se o bispo de Roma tivesse apostatado durante uma perseguição, tal fato teria provocado profunda comoção e muito cedo se difundiria. No entanto, tal comoção jamais ocorreu e, poucos anos após a morte de Marcelino, o seu túmulo tornou-se ponto de peregrinação dos cristãos. Este dado é incompatível com a teoria da apostasia atribuída a Marcelino. Portanto, tudo o que dispõem os protestantes para tal afirmação são meras conjecturas levadas a cabo por pessoas que, como eles próprios hoje o são, eram ávidos por denegrir a imagem dos bispos de Roma. Contra tal afirmação levanta-se vários dados concretos e objetivos: a) Euzébio não a citou, ainda que escrevendo pouco mais de dez anos após a morte de Marcelino; b) Os detratores deste Papa jamais conseguiram qualquer prova de que o mesmo tivesse, de fato, apostatado; c) Os cristãos, desde os primeiros anos, reconheceram Marcelino como um santo, o que jamais teria acontecido se ele, como bispo de Roma, tivesse adorado falsos deuses. 

paNAZISMO - 1 - APANHADO DE TESTEMUNHAS SOBREVIVENTE ELIO TOAFF - Elio Toaff, judeu italiano que viveu o Holocausto e depois se tornou rabino-chefe de Roma, lembra: "... nós tivemos a oportunidade de conhecer de perto a grande compaixão, bondade e magnanimidade do papa durante os anos infelizes de perseguição e terror, quando parecia que para nós não havia mais saída." DIA DA GRATIDÃO - Em 1955, quando a Itália celebrou o décimo aniversário de sua libertação, a União da Comunidades Judaicas Italianas proclamou 17 de abril o "Dia da gratidão" pela ajuda do papa durante a guerra. ISAAC HERZOG - O rabino-chefe de Israel, Isaac Herzog, enviou uma mensagem em fevereiro de 1944 dizendo que "o povo de Israel nunca esquecera o que Sua Santidade e seus ilustres representantes, inspirados pelos princípios eternos da religião, que são os verdadeiros fundamentos da verdadeira civilização, estão fazendo pelos nossos irmãos e irmãs desafortunados no momento mais trágico da nossa história; o que é uma prova viva da Divina Providência neste mundo" ISRAEL ZOLLI - Rabi-chefe de Roma: "Tenho na minha mesa [de trabalho], em Israel, uma pasta intitulada «Calúnias contra Pio XII». Sem ele, muitos dos nossos não estariam vivos" JORNAL JEWISH CHRONICLE - m 1942, o jornal Jewish Chronicle, de Londres, observou: "Uma palavra de sincera e profunda apreciação é devida pelos judeus ao Vaticano por sua intervenção em Berlim e Vichy em favor de seus correligionários torturados na França... Foi uma iniciativa incentivada, honrosamente, por um bom número de católicos, mas para a qual o próprio Santo Padre, com sua intensa humanidade e sua clara compreensão das verdadeiras e mortais implicações dos assaltos contra o povo judeu, não precisou ser incentivado por ninguém." MINISTRA ISRAELENSE GOLDA MEIR - Quando Pio XII morreu, em 1958, Golda Meir, então ministra de Assuntos Exteriores de Israel, enviou uma eloqüente mensagem: "Compartilhamos a dor da humanidade... Quando o terrível martírio abateu-se sobre nosso povo, a voz do Papa elevou-se a favor das vítimas". (Fonte: Site "Interprensa"). ALBERT HEINSTEIN - Albert Einstein, o maior de todos os cientistas, também manifestando sua admiração pela Igreja, dizia: "Só a Igreja se pronunciou claramente contra a campanha hitlerista que suprimia a liberdade. Até então a Igreja nunca tinha chamado minha atenção; hoje, porém, expresso minha admiração e meu profundo apreço por esta Igreja que, sozinha, teve o valor de lutar pelas liberdades morais e espirituais". (Albert Einstein, The Tablet de Londres). REFUGIADOS JUDEUS - " Em 29 novembro de 1945, Pacelli reuniu-se com 80 representantes de refugiados judeus de vários campos de concentração da Alemanha, que se expressaram "sua grande honra por serem capazes de agradecer ao Santo Padre por sua generosidade com os perseguidos durante o período nazi-fascista." (até no fantasioso livro "O Papa de Hitler", de John Cornwell documentou isso)." JUDEUS ITALIANOS - Pode-se perguntar se existe algo pior do que o assassinato em massa de seis milhões de judeus. A resposta é o massacre de centenas de milhares a mais. E foi para salvar estes que o Vaticano trabalhou. O destino dos judeus italianos se tornou o ponto principal dos críticos do papa. O fracasso do catolicismo em evitar a tragédia em sua própria casa, demonstraria a hipocrisia papal de querer ter autoridade moral hoje. Observe-se o título do livro de Zuccotti: Bem debaixo de sua janela(13). Mas o fato é que, enquanto 80 por cento dos judeus europeus pereceram durante a Segunda Guerra, 80 por cento dos judeus italianos foram salvos. Nos meses em que Roma esteve sob ocupação alemã, Pio XII instruiu o clero italiano a salvar vidas por todos os meios. (Há ainda uma fonte que esquecemos de mencionar, as memórias do monsenhor J. Patrick Carroll-Abbing But for the Grace of God, que trabalhou sob ordens do papa para salvar pessoas.) No início de outubro de 1943, o papa pediu às igrejas e conventos espalhados pela Itália para abrigarem os judeus. Apesar de Mussolini e dos fascistas cederem às exigências de deportação vindas de Hitler, muitos católicos italianos desafiaram as ordens germânicas. Em Roma, 155 conventos e mosteiros abrigaram cerca de cinco mil judeus. Pelo menos três mil se refugiaram na residência papal de verão de Castel Gandolfo. Sessenta judeus viveram por nove meses na Universidade Gregoriana, e muitos foram escondidos na dispensa do Pontifício Instituto Bíblico. Centenas se refugiaram no Vaticano mesmo. Seguindo as instruções do papa, sacerdotes, monges, freiras, cardeais e bispos italianos salvaram milhares de vidas. O cardeal Boetto, de Gênova, salvou pelo menos oitocentos. O bispo de Assis escondeu trezentos judeus por mais de dois anos. O bispo de Campagna e dois parentes seus salvaram 961 no Fiume. O cardeal Pietro Palazzini, então vice-reitor do Seminário Romano, escondeu Michael Tagliacozzo e outros judeus italianos no seminário (propriedade do Vaticano) por muitos meses em 1943 e 1944. Em 1985, o Yad Vashem (memorial do Holocausto em Israel) homenageou o cardeal como justo entre as nações. Acolhendo a homenagem, Palazzini disse que "o mérito é todo de Pio XII, que nos mandou fazer todo o possível para salvar os judeus da perseguição". Muito leigos ajudaram igualmente e sempre atribuíram a idéia ao papa. LEON KUBOWITZKY - Em 1945, Leon Kubowitzky, secretário geral do Congresso Judaico Mundial, agradeceu pessoalmente o papa pelas suas intervenções, e esta instituição doou $20.000 às obras de caridade do Vaticano. MARCUS MELCHIOR - Rabi-chefe da Dinamarca: "Se o papa tivesse falado [abertamente contra o regime de Hitler], Hitler teria provavelmente massacrado mais de seis milhões de hebreus e talvez dez vezes dez milhões de Católicos, se tivesse tido o poder para o fazer" MOSHE SHARETT - Moshe Sharett, segundo primeiro-ministro de Israel, encontrou-se com o papa em Abril de 1945, nos últimos dias da guerra: "... disse a ele que minha primeira obrigação era agradecer ao papa e à Igreja Católica, em nome do povo judeu, por tudo o que fizeram em diversos países pela salvação dos judeus" CONGRESSO JUDAICO MUNDIAL - TELEGRAMA - O Congresso Judaico Mundial enviou um telegrama à Santa Sé, agradecendo pela proteção dada "sob condições difíceis, aos judeus perseguidos na Hungria sob domínio alemão" PRIMEIRO PRESIDENTE DE ISRAEL - Em 1943, Chaim Weizmann, que se tornaria o primeiro presidente de Israel, escreveu que: "a Santa Sé está prestando uma ajuda inestimável onde é possível, a fim de melhorar a sorte dos meus correligionários perseguidos". ORQUESTRA FILARMÔNICA DE ISRAEL - Em 26 de maio de 1955, a Orquestra Filarmônica de Israel se apresentou no Vaticano para executar a Sétima Sinfonia de Beethoven, expressando a eterna gratidão do Estado de Israel ao papa pela ajuda prestada ao povo judeu durante o Holocausto. Este exemplo é bastante significativo. Por razões políticas, a filarmônica israelense nunca tocou música de Richard Wagner por causa de sua célebre reputação de "compositor de Hitler", uma espécie santo padroeiro cultural do Terceiro Reich. Nos anos 50, centenas de milhares de israelenses eram sobreviventes do Holocausto e viam Wagner como um símbolo do regime nazista. É inconcebível o governo israelense ter pagado para a orquestra inteira ir a Roma homenagear o "Papa de Hitler". Muito pelo contrário, o concerto sem precedentes da Filarmônica de Israel no Vaticano foi um gesto único de reconhecimento coletivo para com um grande amigo do povo judeu. ROBERT M. W. KEMPNER - Juíz de Instrução do processo de Nuremberg: "Qualquer ofensa propagandística da Igreja Católica contra o Reich hitleriano teria sido não só um provocatório suicídio, mas também teria acelerado a execução de muitos outros hebreus e padres"





paNAZISMO - 2 - O PAPA DE HITLER - Como todo bom enganador, o Carlos Alberto ficou só na celeuma sobre o livro. Mas para desmoralizá-lo de vez, vou mostrar o que diz o tal livro fantasioso “O Papa de Hitler”, livro sobre o Papa Pio XII: Colocarei página a página, as referências as referências ao Papa:


CAPÍTULO: PRIMEIRA GUERRA pg. 74 Em colaboração com a Cruz Vermelha Internacional e o governo suíço, negociou troca de prisioneiros feridos (3 ). Em decorrência de seus esforços, cerca de 65.000 prisioneiros voltaram para casa. pg. 132 “apesar das confiantes declarações de Hitler, o VATICANO não era absolutamente favorável ao Partido nazista. A Santa Sé não endossava o nazismo implícito ou explícito do nacional socialismo.” “No L’Osservatore Romano de 11/10/1930, o editorial declarou que a participação no partido nacional-socialista era “incompatível com a consciência católica” pg. 148 “Assim que tomou conhecimento da carta de 22 julho, Pacelli respondeu com veemência num artigo em duas partes, publicado em 26 e 27 julho no L’Osservatore Romano. Primeiro, ele negou categoricamente a afirmação de Hitler de que a concordata representava uma aprovação moral para o nacional-socialismo.” “tratado não implicava de jeito nenhum na aprovação do estado nazista pela Santa Sé; ao contrário...” pg. 156 “Os protestantes, vendo o Vaticano negociar uma concordata com Hitler, procuravam agora e conseguiriam um acordo similar, baseado no modelo católico.” pg. 162 “Pacelli tentara enganar Hitler...” pg. 179 “Pacelli acrescentou que o Papa planejava assumir uma posição pública num discurso “contra as coisas que aconteceram na Alemanha” pg. 200 - ENCÍCLICA: 1937 - “Mit brennnender Sorge”(Com profunda ansiedade)... uma condenação direta e franca do tratamento dispensado pelo Reich à Igreja, persiste para muitos católicos e não-católicos como símbolo da corajosa franqueza papal.” pg. 201 - ENCÍCLICA: “que o parceiro da Igreja (Hitler) na concordata “semeara as ervas daninhas da suspeita, discórdia, ódio, calúnia e hostilidade secreta e ostensiva contra Cristo e sua Igreja”. pg. 202 “Heydrich ordenou que todas as cópias do documento fossem confiscadas”. “Os nazistas consideraram a encíclica como um ato subversivo. As empresas que colaboraram na impressão do documento foram fechadas, muitos dos seus empregados foram presos.” Pg. 204 “As proibições talvez refletissem a ira nazista pela partida do Papa (Pio XII) de Roma para Castel Gandolfo, no início do mês, quando Hitler visitara a Cidade Eterna.” Nas pgs. 206 e 218/219 - aparecem várias histórias de resistência, por padres e católicos... pg. 222 “Cardeal Theodor Innitzer (...) , esse príncipe da Igreja levou sua ousadia a ponto de receber Hitler calorosamente em Viena. Pacelli ficou indignado com este ato de adesão local. Pacelli divulgou um aviso no L’Osservatore Romano declarando que a recepção a Hitler, oferecida pela hierarquia austríaca não tinha endosso da Santa Sé.” Pg. 239 “a 3 de março, o Berliner Morgenpost declarou “a eleição de Pacelli não é aceita favoravelmente na Alemanha, já que ele sempre foi hostil ao nacional-socialismo” pg. 252 “Pacelli não sentia a menor atração por fascistas ou nazistas, e apelidara Hitler de “Atila motorizado”. Pg. 249 - 262 - “Pacelli, o Papa da Paz” pg. 263 “Pacelli sentia-se preocupado com o impacto retaliatório que um protesto poderia provocar contra as populações católicas da Alemanha e da Polônia?” Pg. 264 “Pacelli, finalmente falou. Foi sob a forma de uma encíclica “Treva sobre a Terra”. Divulgada em 20 outubro, saiu no L’Osservatore Romano em 28 outubro. “ Pg. 265 “havia palavras vigorosas ...”nem grego, nem judeu, nem circuncidado, nem não-circuncidado”...”o sangue de muitos que foram cruelmente massacrados, embora não tivessem funções militares, clama aos céus, em particular da muito amada terra da Polônia.” CAPÍTULO: PACELLI E A CONSPIRAÇÃO ANTI-HITLER Pg. 266 “Em novembro de 1939, Pacelli envolveu-se, de uma forma central e perigosa, no que foi provavelmente a conspiração mais viável para depor Hitler durante a guerra (30).” “Uma parte fundamental do plano envolvia os serviços de Pio XII” pg. 267 “não se pode subestimar o risco dessa conspiração para o Papa, a Cúria e para todas as pessoas associadas ao Vaticano”. “historiador Harold Deutsch considerou que foi “um dos mais espantosos eventos na história moderna do Papado”. “Pacelli foi longe demais (?). Os riscos eram imensos. Se Hitler tomasse conhecimento, é bem provável que tivesse se vingado de uma maneira brutal na Igreja Católica da Alemanha.” “Pacelli sabia muito bem dos perigos e complexos problemas éticos envolvidos” “em 6 novembro 1939, Müller foi informado de que o Papa estava disposto a fazer “tudo o que pudesse”. “Tinha informação confiável de que os alemães planejavam uma violenta ofensiva no ocidente, em fevereiro. Mas a ofensiva poderia não ocorrer, se esses chefes militares derrubassem Hitler.” Pg. 271 “Quanto à Pacelli, no julgamento do historiador Owen Chadwick, “o Papa arriscou o destino da Igreja na Alemanha, Áustria e Polônia. Talvez tenha arriscado mais. Provavelmente arriscou a destruição dos jesuítas alemães..”. pg. 272 “seu ódio a Hitler era suficiente para que assumisse graves riscos com a própria vida.” Pg. 275-277 “L’Osservatore Romano é condenado pelos fascistas, exemplares destruídos, jornaleiros espancados. Finalmente Pacelli foi emboscado em Roma, em conseqüência ele tornou-se um prisioneiro voluntário dentro do Vaticano.” “A rádio Vaticano também se encontrava sob ameaça.” “L’Osservatore corria o risco de ficar restrito aos muros do Vaticano.” “âmbito da ação de Pacelli era bastante limitado” pg. 277 “os aposentos do Vaticano abrigaram os representantes de todos os países ocupados e hostis” pg. 280 “A eletricidade do Vaticano era fornecida pela Itália” (Obs.: a água também. O Papa, estando praticamente sitiado no Vaticano, além do que fez, o que mais poderia fazer?) pg. 348 “um número desconhecido de judeus de Roma escapou à prisão porque se esconderam em instituições religiosas extraterritoriais protegidas pela Santa sé, inclusive na própria cidade do Vaticano” pg. 350 “o plano de Hitler para seqüestrar Pacelli..”.

CAPÍTULO: O TESTEMUNHO JUDÁICO pg. 355 Em 29 novembro de 1945, Pacelli reuniu-se com 80 representantes de refugiados judeus de vários campos de concentração da Alemanha, que se expressaram “sua grande honra por serem capazes de agradecer ao Santo Padre por sua generosidade com os perseguidos durante o período nazi-fascista” “- que proporcionaram conforto e segurança a centenas de milhares de pessoas” pg. 360 “ rabino Israel Zolli, que se refugiara no Vaticano e se tornaria o maior defensor judeu de Pacelli...” pg. 419 “uma absolvição entusiasmada de Pacelli no livro de Pinchas E. Lapide (Londres, 1967). Lapide foi cônsul israelense em Milão no início da década de 1960, vasculhou os arquivos YAD VASHEM, os arquivos sionistas centrais e os Arquivos históricos Judaicos à procura de detalhes da ajuda do Vaticano aos judeus durante a guerra. Calculou que PIO XII direta e indiretamente salvou a vida de 860 mil judeus.” pg. 422 CHADWICK “também não tenho dúvidas de que estaria disposto e contente em sacrificar sua vida (...), mas o que ele podia realmente fazer?”

CAPÍTULO: OS JUDEUS HÚNGAROS pg. 364/365 “demonstra como os judeus húngaros foram salvos pela Santa Sé.”

CAPÍTULO: OUTROS ESCRITORES pg. 418 The Catholic Church and Nazi Germany (N.York, 1964) de Guenter Lewy - faz uma justa avaliação do dilema angustiante de Pacelli, admitindo que o protesto poderia agravar a situação para os judeus e também para os católicos. O autor é conhecido também por outros livros fantasiosos que escreveu sobre papas. Se, por um lado, recheia sua obra com acusações inverídicas, e com o mau cheiro de sua alma, alinhadas intencionalmente para escandalizar, porque no escândalo ele encontrou o nicho para ganhar dinheiro, dentro da melhor técnica nazista. Em verdade, o Papa Pacelli Pio XII agia e precisava ser prudente e com responsabilidade, como não poderia deixar de ser naquela situação - sitiado e indefeso . Com toda justiça e comprovadamente, o Papa Pio XII, era o anti-Hitler. Livro “O Papa de Hitler”, por John Cornwell. Cai a farsa, que tentava caluniar o papa só com o Título calunioso. ' 

paNAZISMO - 3 - PIO XII - LIVRO "O PAPA DE HITLER - O suposto "papa de Hitler" [FOTO: O PAPA DE HITLER] Pio XII - Eugenio Pacelli - 1876-1958 Já lá vão dois anos que li o "Hitler's Pope", de John Cornwell. Foi um livro que vendeu bem, e teve até honras de tradução portuguesa - "O Papa de Hitler" (precisamente porque venderia bem, traduziu-se). Por cá, sei que muitas pessoas o leram, e quem o leu entenderá o que eu vou dizer de seguida. Lido a uma velocidade estonteante, o livro de John Cornwell foi escrito para não deixar margem para dúvidas ao novato. Eu era um novato. Ao final do livro não tinha dúvidas. Eu tinha-me transformado num anti-Pio XII. Mas um novato nunca dá por nada. Não sabe ler nas entrelinhas. Lê tudo. Papa tudo. E eu dizia a toda a gente que Pio XII era um dos piores papas do século XX, e toca a andar... Naturalmente, e graças a Deus, as pessoas amadurecem e eu não fui excepção. Navegando na Internet, já se tornava cada vez mais frequente encontrar páginas refutatórias destes ataques a Pio XII, pelo que, a pouco e pouco, comecei a suspeitar de que o nosso amigo John Cornwell tinha deturpado um bocadito as coisas. Pode-se datar o início da campanha anti-Pacelli à peça de teatro "O Vigário" do escritor alemão Rolf Hochhuth (1963). Sim, porque fique-se a saber que, desde o final da guerra em 1945 até 1963, os ataques a Pacelli eram praticamente inexistentes. Antes pelo contrário, os louvores sucederam-se a uma velocidade estonteante, e começaram mesmo a meio da Guerra, como se poderá ver mais abaixo. De 1963 até aos dias de hoje, a avalanche anti-Pio XII tem crescido. Os media, como sempre, gostam de dar uns retoques surrealistas para apimentar a discussão. O filme "Amen" de Constantin Costa-Gravas, é um belo exemplo desses processos mediáticos de profunda deturpação histórica, quando o que conta é o que vende, e o que vende é o "papa de Hitler". Da esplêndida obra de Matteo L. Napolitano e Andrea Tornielli, "Il Papa che salvò gli ebrei" (2004), podem-se agora tirar ilacções totalmente diferentes daquelas que os media têm tentado impor à mente do "consumidor". Estes dois autores, aproveitando-se da abertura recente do Arquivo Secreto do Vaticano relativo aos anos "quentes" do pré e do pós Segunda Guerra Mundial, por autorização e ordem expressa do Papa João Paulo II, puderam elaborar várias obras em torno do tema, das quais destaco aquela atrás citada. Assim, o livro que cito, bem mais pequeno que o de Cornwell, está, contudo, repleto de excertos fulcrais de cartas e documentos originais do Vaticano. Está repleto de trechos vitais de correspondência entre embaixadores, núncios apostólicos, papas (o período abrange os papados de Pio XI - Giuseppe Ratti - e Pio XII - Eugenio Pacelli), dirigentes políticos, representantes de associações judaicas, entre outros. Napolitano e Tornielli não se perdem em grandes especulações. Limitam-se a intercalar uma citação de um documento com um ou outro comentário. O que interessou, para eles, foi colocar num volume de fácil leitura, o máximo possível de factos concretos provenientes da documentação oficial, agora que ela foi tornada pública. Que podemos ler nesses documentos? O filonazista Pacelli? O germanófilo Pacelli? O antisemita Pacelli? Não me parece... Ao folhear as páginas deste livro, que estão tão repletas de refutações às teses do "papa de Hitler" que dá vontade de bater nos difamadores, dei-me conta de uma curiosidade: na sua obra supracitada também John Cornwell tinha cedido à tentação de dizer algo como: "no início eu queria verificar que a tese do papa de Hitler estava errada, mas no desenrolar da minha investigação, eu tive que mudar de opinião", etc, etc... (não foram estas as palavras, não tenho o livro agora aqui à mão, mas foi algo de parecido o que ele disse). Onde é que eu já tinha visto isto? Esta conversa fiada? Aqueles que leram o livro do trio britânico Henry Lincoln, Michael Baigent, e Richard Leigh, sobre o mistério de Rennes e o Priorado de Sião, sabem a que conversa fiada me refiro: também este maravilhoso trio de investigadores tinha decidido "partir à procura da refutação", mas inevitavelmente teriam sempre que concluir que, afinal, "era tudo verdade". Ou seja, uma táctica bem conhecida de bluff intelectual. Mas que funciona. É eficaz. Isto já vai longo. Queria deixar-vos com algumas citações deste livro. Em primeiro lugar, esta, do prefácio de Sérgio Romano: "Ma in bocca a certi studiosi come quelli citati da Napolitano e Tornielli nel loro libro, certi giudizi su Pacelli mi sembrano configurare il più grave dei peccati che gli storici commettono talvolta nel loro lavoro. Si chiama anacronismo." Algumas citações de posições a favor de Pio XII e da Igreja Católica durante este periodo conturbado (tentei traduzi-las a olho, quem não gostar da tradução pode pedir-me os excertos originais em italiano): "Tenho na minha mesa [de trabalho], em Israel, uma pasta intitulada «Calúnias contra Pio XII». Sem ele, muitos dos nossos não estariam vivos" - Rabi-chefe de Roma, Israel Zolli. "Se o papa tivesse falado [abertamente contra o regime de Hitler], Hitler teria provavelmente massacrado mais de seis milhões de hebreus e talvez dez vezes dez milhões de Católicos, se tivesse tido o poder para o fazer" - Rabi-chefe da Dinamarca, Marcus Melchior. "Qualquer ofensa propagandística da Igreja Católica contra o Reich hitleriano teria sido não só um provocatório suicídio, mas também teria acelerado a execução de muitos outros hebreus e padres" - Robert M. W. Kempner, juíz de instrução do processo de Nuremberga. "Só a Igreja contrariou de forma decisiva a campanha de Hitler para suprimir a verdade. Eu nunca nutri interesse especial de qualquer tipo em relação à Igreja anteriormente, mas agora tenho um afecto e uma admiração profunda porque só a Igreja teve a coragem e a persistência de se erguer em favor da verdade intelectual e da liberdade moral. Sou levado a confessar que aquilo que eu via há já tempo com desprezo, agora louvo-o sem reservas." - Albert Einstein, em entrevista à Time (1940). "A Santa Sé está a prestar a sua potente ajuda onde pode para mitigar o facto dos meus correlegionários perseguidos" - Chaim Weizmann, durante a Guerra, antes de se vir a tornar no futuro primeiro presidente do Estado de Israel. "Disse-lhe que o meu primeiro dever era agradecer-lhe, e através dele agradecer da parte do povo hebreu à Igreja Católica, por tudo o que tinha feito nos vários países para salvar os hebreus" - Moshe Sharrett, o segundo presidente do Conselho israelita, em visita a Pio XII, em Abril de 1945. "O povo de Israel nunca mais esquecerá o quanto Sua Santidade e os seus ilustres delegados, inspirados no eterno princípio da religião, que forma o verdadeiro fundamento da verdadeira civilização, estão a fazer pelos nossos desafortunados irmãos e irmãs na hora mais trágica da nossa história, e que é a prova viva da Divina Providência neste mundo" - Isaak Herzog, Rabi-chefe da Terra Santa, em carta dirigida ao Delegado apostólico de Istambul, Angelo Roncalli, em Fevereiro de 1944. Mas os autores Napolitano e Tornielli não se ficam por aqui. Por simples citações. Numa análise surpreendentemente tão lúcida quanto sucinta, eles passam revista a todas as teses anti-Pacelli, apoiando-se em argumentos e documentos refutatórios credíveis e verificáveis, porque, ao contrário do livro de Cornwell escrito numa altura em que a verificação no Arquivo Secreto era ainda privilégio de poucos, agora os arquivos estão abertos. Sobretudo o dossier "Germania", que contém um acervo impressionante de correspondência fulcral. Espero regressar a este tema polémico em breve. A minha intenção foi apenas a de partilhar convosco alguns fortes pontos de vista de quem contesta em voz alta e com indignação esta onda infame do "papa de Hitler". Na minha opinião estritamente pessoal, não consigo isolar esta onda anti-Pacelli da onda das pseudo-teses de Dan Brown. Para mim, fazem parte de uma longa e profunda ofensiva anti-católica, que está activa há muitos anos, e a crescer em força e em alcance mediático. ERRATA: Após uma releitura ao meu texto, tenho o dever de apontar uma incorrecção. Eu escrevi que o papa Pio XI se chamava Giuseppe Ratti, um nome que tirei da memória, e a memória, pelos vistos, traiu-me! O verdadeiro nome de Pio XI era Ambrogio Damiano Achille Ratti. As minhas desculpas pelo erro involuntário. ' 

paNAZISMO - 4 - PIO XII E DIVERSOS OUTROS - Rabino americano indica Pio XII ao título «Justo entre as Nações» ROMA, terça-feira, 17 de janeiro de 2006 (ZENIT.org).- Em um livro publicado nos Estados Unidos, o rabino e professor de Ciências Históricas e Políticas David Dalin pede que se outorgue o título «Justo entre as Nações» a Pio XII, em reconhecimento pelo que fez em defesa dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial. A obra demonstra que muitos papas, ao longo da história, defenderam e protegeram os judeus de acusações e perseguições. O livro, titulado «The Myth of Hitler’s Pope» («O mito do Papa de Hitler»), editado por Regney Publishing, relata muitas históricas sobre como o Papa Eugênio Pacelli salvou os judeus da perseguição nazista. Dalin cita autorizados estudos de autores judeus, como «Roma e os judeus», de Pinchas Lapide, e «Pio XII e os judeus», escrito em 1963 por Joseph Lichten, membro da Liga Antidifamação. Dalin cita também Jeno Levai, o historiador húngaro que, ante as acusações de silêncio contra o Papa, escreveu «Judaísmo húngaro e papado. O Papa Pio XII não guardou silêncio. Informes, documentos e arquivos da Igreja e do Estado», publicado em inglês em 1968, com uma introdução de Robert M.W. Kempner, vice-fiscal chefe americano no processo de Nuremberg. Entre as obras recentes, o rabino americano sublinha em concreto os trabalhos de Martin Gilbert, entre os mais autorizados historiadores judeus em vida, biógrafo oficial de Wiston Churchill e autor de mais de setenta livros sobre a Segunda Guerra Mundial e a Shoah. Gilbert relata tudo o que a Igreja Católica fez em defesa dos judeus, opondo-se ao racismo e ao nazismo, e afirma que «Pio XII deverá ser elogiado e não censurado». Por suas atuações em favor dos judeus, Dalin propõe que se conceda a Pio XII o mais alto reconhecimento hebreu para um gentio, o título «Justo entre as nações». Em 3 de novembro passado, a edição na internet de «Jerusalem Post» publicava a resenha do livro de modo muito positivo. Especialmente interessante é o capítulo no qual Dalin analisa o comportamento de vários pontífices para com os judeus. A tradição dos papas que tiveram grande consideração e estima aos hebreus se inicia, segundo o rabino norte-americano, com Gregório, mais conhecido como Gregório Magno (590-604), que emitiu o histórico decreto «Sicut Judaeis», em defesa dos judeus. Calisto II garantiu também sua proteção aos judeus e reafirmou o conteúdo de «Sicut Judaieis». Durante o século XIV, quando os judeus foram culpados da epidemia de peste (“a morte negra”), o Papa Clemente VI (1342-1352) saiu em ajuda deles e foi o único líder europeu a fazer isso. Bonifácio IX (1389-1403) ampliou a proteção papal aos judeus, reconhecendo-lhes a cidadania romana em 1402, e foi o primeiro Papa que empregou judeus no Vaticano. Os papas Martim V (1417-1431) e Eugênio IV (1431-1437) tiveram como médico pessoal o judeu Elijah bem Shabbetai Be’er que, graças à ajuda dos pontífices, foi o primeiro judeu que lecionou em uma Universidade européia, a de Pavia. Sixto IV (1471-1484) foi o primeiro Papa que empregou copistas judeus na Biblioteca Vaticana e criou a primeira cátedra de Hebreu na Universidade de Roma. Durante seu pontificado, a população judaica duplicou. Dalin fala também dos pontífices Nicolas V, Julio II, Leão X, Clemente VII, Paulo III, Bento XIV, Clemente XIII e XIV, Leão XII e Pio IX, todos os quais intervieram em favor dos judeus. Do século XX, o rabino americano recorda Bento XV, que publicou uma condenação do anti-semitismo preparada pelo jovem Eugênio Pacelli; Pio XI, cujo professor de hebreu era um rabino e é conhecido por afirmar: «Espiritualmente nós somos todos semitas»; Pio XII, pela gigantesca obra em defesa dos judeus perseguidos, João XXIII, e Paulo VI, que foram estreitos colaboradores de Pacelli na obra de resgate dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial; João Paulo II, o primeiro que visitou a sinagoga de Roma e que rezou ante o Muro as Lamentações; Bento XVI por sua histórica visita à sinagoga de Colônia. A última parte do livro de Dalin dedica-se à história e aos fatos relativos ao grande mufti de Jerusalém, Hajj Amin al Husseini que, durante a Segunda Guerra Mundial, encontrou Adolf Hitler em numerosas ocasiões; amigo de Adolf Heichmann, visitou o campo de concentração de Auschwitz e interveio na rádio alemã, declarando-se de acordo com a eliminação dos judeus europeus para evitar o nascimento de um Estado judeu. Frente ao atual ressurgimento de anti-semitismo, Dalin propõe recuperar a verdade histórica e estudar as condenações ao racismo feitas pelo magistério da Igreja Católica. ZP06011702 

paNAZISMO - 5KGB - O fim da farsa contra o Papa Pio XII Arquivado em: Nazismo — Prof. Felipe Aquino at 7:03 pm on Domingo, Fevereiro 18, 2007 Inúmeras vezes o Papa Pio XII tem sido acusado de não ter defendido suficientemente os judeus durante a perseguição de Hitler na Segunda Guerra Mundial. O livro de John Cornwell, “O Papa de Hitler” e a peça de Rolf Hochhuth, “O Vigário”, ofendem gravemente o santo Padre sem fundamentação histórica, e se caracterizam por faturar muito dinheiro a custa de fabricação de escândalos envolvendo a Igreja. Em 25 de janeiro de 2007 o “NRO Nationalreview”, on line, publicou a matéria: “Moscow’s Assault on the Vatican, The KGB made corrupting the Church a priority”, por Ion Mihai Pacepa, ex-chefe da espionagem romena, que confessou recentemente que a onda de acusações ao Papa Pio XII, que começou com a peça de Rolf Hochhuth, O Vigário (1963), e culminou no livro de John Cornwell, O Papa de Hitler (1999), foi de cabo a rabo uma criação da KGB. A operação foi desencadeada em 1960 por ordem pessoal de Nikita Kruschev. Pacepa foi um de seus participantes diretos. Entre 1960 e 1962 ele enviou a Moscou centenas de documentos sobre Pio XII. Na forma original, os papéis nada continham que pudesse incriminar o Papa. Maquiados pela KGB, fizeram dele um virtual colaborador de Hitler e cúmplice ao menos passivo do Holocausto. Leia a história inteira em (http://article.nationalreview.com/?q=YTUzYmJhMGQ5Y2UxOWUzNDUyNWUwODJiOTEzYjY4NzI=) 
Foi nesses documentos forjados que Hochhuth se baseou para escrever sua peça, a qual acabou por se tornar o maior sucesso. John Cornwell mentiu a respeito das fontes da sua reportagem, dizendo que havia feito extensas investigações na Biblioteca do Vaticano, quando as fichas da instituição não registravam senão umas poucas e breves visitas dele. O conteúdo da sua denúncia já estava desmoralizado desde 2005, graças ao estudo do rabino David G. Dalin, “The Myth of Hitler’s Pope”.O rabino, David G. Dalin, coloca em seu livro dados históricos significativos sobre a relação do Papa Pio XII com o povo judeu em plena segunda guerra mundial. (Zenit.org, 29 ago 06 – Buenos Aires)Convocados pela «Fundação Internacional Raoul Wallenberg» e as organizações não-governamentais inclusive em sua rede «Casa Argentina em Jerusalém» «Interfe Internacional», «Instituto Internacional Angelo Roncalli» e o «Instituto Internacional Souza Dantas», diretivos de diferentes confissões se reuniram para analisar este enfoque apresentado por David G. Dalin em seu livro «O mito do Papa de Hitler: como Pio XII salvou os judeus dos nazistas» («The Myth of Hitler’s Pope: How Pius XII rescued Jews from the Nazis»). O fundador destes centros inter-confessionais,o rabino judeu Baruj Tenembaum, fez uma análise do que significa a aparição de um livro que analisa temas tão polêmicos e sua perspectiva autenticamente judaica. Tenembaum é formado pelo Majon Lelimude, Hayahadut, professor de Bíblia e hebreu em diferentes casas de estudo e mestre de rabinos, intelectuais, sacerdotes, pelo que sua opinião constitui o ponto de referência. Foi um dos pioneiros do movimento inter-confessional, pelo que foi distinguido e condecorado pelo Papa Paulo VI e por vários governos. David G. Dalin é historiador, professor em Ave Maria University, ordenado rabino, que dedicou longos anos à investigação do tema. Dalin em sua obra demonstra que Pio XII salvou muitas vidas judaicas durante o Holocausto. Ele cita o agradecimento de Golda Meir, a ministra de Relações Exteriores de Israel, a Pio XII, que enviou uma mensagem ao Vaticano por ocasião da morte do Papa: «Lamentamos, perdemos um servidor da paz. A voz do Papa durante o Nazismo foi clara e em defesa das vítimas». Dalin documenta e analisa a trágica deportação dos judeus de Roma a Auschwitz em 1943 e oferece uma análise exaustiva da questão com menções de fontes diversas, inclusive a princesa ítalo-católica Enza Aragona Cortes. O Papa instruiu seu Secretário de Estado, o cardeal Luigi Maglione, que protestou ao embaixador alemão ante o Vaticano, Ernst von Weizsacker. Ante o pedido do cardeal Maglione, o embaixador alemão deu ordens de interromper a deportação; e o Papa instruiu abrir o Vaticano para esconder os judeus de Roma, que se refugiaram em conventos e mosteiros do Vaticano, segundo estas fontes. Graças ao trabalho do Papa, Roma contou com a maior porcentagem de judeus que sobreviveram nas cidades ocupadas pelos Nazistas. Dos 5.715 judeus de Roma, registrados pela Alemanha para ser deportados, 4.715 foram acomodados em 150 instituições católicas, e deles, 477 em santuários do Vaticano. O embaixador britânico ante o Vaticano ratifica este fato. O Papa teve uma atitude similar na Hungria através de seu representante, o núncio apostólico Dom Angelo Rotta, que teve um papel decisivo na hora de salvar a vida de 5.000 judeus. Uma lista de fatos históricos mencionados por Dalin, inclui Bulgária, e em particular a atitude do arcebispo Angelo Roncalli (futuro João XXIII), assim como de outros personagens católicos que salvaram judeus e asseguraram que o fizeram por ordem do Papa. Documenta fatos curiosos, como a nomeação de especialistas no Vaticano a judeus despedidos por Benito Mussolini. Tenembaum declara: «A reiteração retórica não certifica acertos nem garante verdades; nós, os judeus, desejamos recordar e defender a verdade. Toda a verdade e nada mais que a verdade», concluiu. O jornal New York Times publicou em março pp. a seguinte carta do leitor William A. Donohue a respeito do pretenso silêncio do Papa Pio XII frente à perseguição dos judeus movida pelos nazistas:“Ao Editor,O seu editorial de 18 de março a respeito do documento do Vaticano referente ao Holocausto censura o Papa João Paulo II por defender “o silêncio do Papa Pio XII durante o 3º Reich”.Se Pio se calou durante o Holocausto, por que é que esse jornal se congratulou com ele em 25 de dezembro de 1941 por ser ele a única voz no silêncio e nas trevas que envolvem a Europa neste Natal” ?E por que publicou no ano seguinte outro editorial dizendo que Pio “é a única voz que clama no silêncio de um continente” ?WILLIAM A. DONOHUE, Nova lorque, 18 de março de 1998O missivista é presidente da Liga Católica em prol dos Direitos Religiosos e Civis”.Temos aqui insuspeitos e inequívocos testemunhos em defesa clara do Papa Pio XII, injustamente acusado pelos que não gostam da Igreja. A verdade pode demorar, mas nunca deixa de aparecer; porque o mal se auto-destrói enquanto o bem se auto-constrói. http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2007/02/18/o-fim-da-farsa-contra-o-papa-pio-xii/


paNAZISMO - Italianos querem fechar site que mostra Bento 16 como nazista (Reuters - 13:50 - 29/04/2005 ) 

ROMA (Reuters) - Autoridades judiciárias de Roma entraram na sexta-feira com um pedido de liminar para fechar uma página de Internet com fotografias montadas que mostram o papa Bento 16 com um uniforme nazista. A tosca fotomontagem com a cabeça do pontífice alemão Joseph Ratzinger sobre o corpo de um homem usando uma braçadeira com a suástica, diante de uma bandeira nazista, foi publicada há dez dias na versão italiana de um site de notícias internacionais e opiniões, o Independent Media Center. Segundo fontes judiciais em Roma, o site está registrado no Brasil, mas não estava claro como a liminar, se concedida, poderia ser colocada em prática. O juiz de Roma Salvatore Vitello disse num comunicado que as fotos violam a lei nacional que proíbe a difamação da Igreja Católica. Vitello também afirmou estar analisando a possibilidade de tomar providências contra os proprietários da página, por insultar a autoridade e a honra do papa. Ratzinger fez parte da Juventude Hitlerista, uma organização paramilitar nazista, durante a Segunda Guerra Mundial, quando a participação era compulsória para os adolescentes alemães. Ele logo foi liberado dos serviços para se formar padre, e seus biógrafos disseram que ele nunca foi membro do Partido Nazista, e que sua família era contra o regime de Hitler. Líderes judaicos e ativistas de direitos humanos receberam bem sua eleição como papa. A direção da versão italiana do Independent Media Center não foi encontrada para fazer comentários. 

paNICOLAU V - BULA ROMANUS PONTIFEX Estocado por Paulo Brabo em 9/Setembro/2006 sob a(s) rubrica(s) Fé e Crença, Documentos 1 Comment 1 – NÃO SEM GRANDE ALEGRIA chegou ao nosso conhecimento que o nosso dileto filho Infante D. Henrique, incendido no ardor da fé e zelo da salvação de almas, se esforça, como verdadeiro soldado de Cristo, por fazer conhecer e venerar em todo orbe, até os mais remotos lugares, o nome do gloriosíssimo Deus, reduzindo à sua fé não só os sarracenos inimigos dela, como também quaisquer outros infiéis; depois da conquista de Ceuta por seu pai, muito contra aqueles inimigos foi realizado pelo mesmo infante, às vezes com sua pessoal intervenção, não sem trabalhos, despesas e morte de sua gente; e sempre incansavelmente e cada vez mais animado do mesmo propósito, povoou de fiéis as ilhas desertas onde fez construir igrejas e outras casas piedosas, fez batizar e converter os habitantes de outras, para propagação da fé e aumento do culto divino. 2 – Além disso, tento este Infante conhecimento de que jamais, ao menos desde que há memória, o mar Oceano foi navegado em suas extensões orientais e meridionais, pelo que nada se sabe dos povos daquelas partes, julgou prestar grande serviço a Deus, tornando-o navegável até aqueles Índios que consta adorarem a Cristo. Assim poderia levar estes a auxiliar os cristãos contra os sarracenos, fazendo pregar o santo nome de Cristo entre os povos que a seita do nefando Mafoma infesta. Sempre munido de autoridade régia, há vinte e cinco anos que com grandes trabalhos, perigos e despesas não cessava com suas velozes naus, chamadas caravelas, devassar o mar, em direção das partes meridionais e Pólo Antártico. Aconteceu assim que foram perlustrados portos, ilhas e mares, atingida e ocupada a Guiné e portos, ilhas e mares adjacentes, navegando depois até a foz do rio reputado como o Nilo (Niger), fazendo guerra aos povos daquelas partes e apoderando-se das ilhas e mar adjacentes. Guinéus e negros tomados pela força, outros legitimamente adquiridos por contrato de compra foram trazidos ao reino, onde em grande número se converteram à fé católica, o que esperamos progrida até a conversão do povo ou ao menos de muitos mais. Guinéus e negros tomados pela força, outros legitimamente adquiridos por contrato de compra, em grande número se converteram à fé católica. 3 – Tivemos, porém, conhecimento de que o Rei (D. Afonso) e o Infante, receando que tudo quanto obtiveram com tais perigos, trabalhos e despesas e possuem como verdadeiros senhores, outros, movidos de malícia e cupidez, venham usurpar ou danar, levando aos gentios o que os habilite a resistir-lhes mais fortemente, impedindo assim, não sem ofensa de Deus, o prosseguimento de tal obra, para a isso obviar, proibiram que se navegue para aquelas Províncias e por lá se trafique a não ser em suas naus e com seus nautas, licença expressa do Rei ou do Infante e pagamento de tributo. Pode, porém, suceder que, pelo decorrer dos tempos, pessoas de outros reinos ou nações sejam arrastadas pela cobiça, inveja ou malícia a infringir tal proibição, do que poderão resultar ódios, dissensões, rancores, guerras e escândalos ofensivos a Deus e perigosos para as almas. 4 – Por isso nós, tudo pensando com devida ponderação, por outras cartas nossas concedemos ao dito rei Afonso a plena e livre faculdade, dentre outras, de invadir, conquistar e subjugar quaisquer sarracenos e pagãos, inimigos de Cristo, suas terras e bens, a todos reduzir à servidão e tudo aplicar em utilidade própria e dos seus descendentes. Por esta mesma faculdade, o mesmo D. Afonso ou, por sua autoridade, o Infante legitimamente adquiriram mares e terras, sem que até aqui ninguém sem sua permissão neles se intrometesse, o mesmo devendo suceder a seus sucessores. E para que a obra mais ardentemente possa prosseguir. 5 – De moto próprio, e depois de amadurecida reflexão, em plenitude do poder apostólico, queremos que o teor daquelas cartas se considere, palavra por palavra, inserto nesta com todas e cada uma das cláusulas nelas contidas, vigorando até para quanto foi adquirido antes da data daquela faculdade, como para quanto posteriormente pode ou possa ser conquistado aos infiéis e pagãos, províncias e ilhas, portos e mares, incluindo ainda a conquista desde os cabos do Bojador e Não até toda a Guiné e, além dela, toda a extensão meridional; tudo declaramos pertencer de direito in perpetuum aos mesmos D. Afonso e seus descendentes, e ao Infante. Concedemos ao dito rei Afonso a plena e livre faculdade, dentre outras, de invadir, conquistar e subjugar quaisquer sarracenos e pagãos, inimigos de Cristo, suas terras e bens, a todos reduzir à servidão e tudo aplicar em utilidade própria e dos seus descendentes. 6 – Determinamos e declaramos que o mesmo Rei Afonso, e seus sucessores, e o Infante poderão livremente e licitamente estabelecer naqueles, tal como nos outros seus domínios, proibições, estatutos e leis mesmo penais, assim como tributações, tanto nas terras já adquiridas como nas que venham a adquirir. 7 – Poderão eles ou as pessoas a quem o tenham permitido contratar ou negociar como convier com os sarracenos e infiéis em tudo que não sejam armas, naus, ferramentas, cordame, para o que vigoram os indultos já anteriormente concedidos. 8 – Poderão fundar nessas terras igrejas ou mosteiros para lá enviar eclesiásticos seculares e, com autorização dos superiores, regulares das ordens mendicantes, sendo lícito a tais eclesiásticos ali exercer suas funções e juridição própria. 9 – E a todos e cada um dos fiéis e eclesiásticos seculares e regulares, de qualquer categoria ou dignidade, exortamos e rogamos em nome de Deus que não transportem para os infiéis destas terras, adquiridas ou conquistadas, armas, ferro ou cordame. Tudo declaramos pertencer de direito in perpetuum aos mesmos D. Afonso e seus descendentes, e ao Infante. 10 – E também que sem especial licença do mesmo Rei Afonso e seus sucessores e Infante ninguém, direta ou indiretamente, se intrometa na atividade do tráfego ou navegação dessas partes, ou por qualquer forma tente impedir a sua pacífica posse. 11. Se alguém, indivíduo ou coletividade, infringir estas determinações, seja excomungado, só podendo ser absolvido se, satisfeitos o Rei Afonso e seus sucessores ou Infante, eles nisso concordarem. Papa Nicolau V, 8 de janeiro de 1454 -------------------------------------------------------------------------------- 
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paOCULTAÇÃO DE CRIMES DE PEDOFILIA E OUTROS Papa é acusado injuriosamente de "ocultar crimes sexuais" Mas a mentira sempre será vencida pela verdade Mais uma vez o Papa Bento XVI é atingido por uma injúria na televisão. A BBC de Londres divulgou, maliciosamente, num programa intitulado “Crimes sexuais e o Vaticano”, ontem, 1º outubro de 2006, a existência de uma Cartilha do Vaticano com 39 páginas, escrito em 1962, em latim (“Crimen Sollicitationis”), o qual teria sido distribuído aos bispos católicos de todo o mundo, e que impunha um pacto de silêncio sobre os crimes de pedofilia praticados por padres. Segundo a agência britânica, este documento secreto teria sido elaborado pelo então cardeal Joseph Ratzinger, o Papa Bento XVI, (o que é mentira!), e foi utilizado durante 20 anos para instruir os bispos católicos sobre a melhor forma de ocultar e evitar acusações judiciais em caso de crimes sexuais contra crianças. A BBC noticiou que o documento fornece elementos detalhados sobre como proceder em caso de "crime de solicitação de atos obscenos, por palavra ou gestos, no quadro da confissão" - mas também sempre que se verifique "qualquer ato obsceno externo (...) com crianças de ambos os sexos". O Cardeal Primaz da Inglaterra e País de Gales, Comac Murphy-O'Connor, reagiu acusando a reportagem da BBC de ser "falaciosa" e esclareceu que o documento não se refere a eventuais atos de pedofilia por parte dos padres, mas apenas ao "uso impróprio do confessionário". O Arcebispo de Birmingham, Vincent Nichols, que se pronunciou em nome do prelado da Inglaterra e do País de Gales, disse que esse aspecto da reportagem do programa “Panorama” é "completamente falso". Disse ainda que: “A BBC deformou dois documentos do Vaticano e utilizou-os de forma enganadora, ligando-os ao horror do abuso de crianças à figura do Papa". Na verdade, o documento citado já foi objeto de discussão pública em 2003, quando da crise dos casos de abusos sexuais nos EUA e não é “secreto” há muito tempo. “Crimen Solliciatonis” é da responsabilidade do Cardeal Alfredo Ottaviani e o então Cardeal Ratzinger só foi nomeado prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé no final de 1981 – quase 20 anos depois deste documento ser escrito. O Arcebispo espanhol Julian Herranz, presidente do “Conselho Pontifício para a Interpretação dos Textos Legislativos”, confirmou já em 2003 que um documento do Vaticano, datado de 1962, recomendava que se guardasse segredo sobre casos de padres pedófilos. Mas, segundo esse mesmo Arcebispo, estes termos referiam-se exclusivamente ao contexto da confissão sacramental e não aos trâmites normais dos processos judiciais. Alguns advogados norte-americanos mostraram o texto de 1962 por ocasião do processo contra os padres acusados de pedofilia, nos EUA. Em 2001, por determinação do Papa João Paulo II, o Vaticano emitiu normas específicas e rígidas sobre esta matéria, exigindo ser informado de qualquer caso de abuso sexual. O documento "Crimen Solliciatonis” já tinha sido automaticamente substituído pelo atual Código de Direito Canônico (promulgado aos 25 de janeiro de 1983). João Paulo II reorganizou toda esta matéria e este documento ["Crimen Sollicitationis"], de 16 de março de 1962, deixou de ser válido em 1983. Portanto, o Papa Bento XVI nada tem a ver com este documento. Mais uma vez a Igreja e o Papa são atingidos de maneira inescrupulosa pela mídia, desejosa de provocar escândalos e sucesso fácil. Mas a mentira sempre será vencida pela verdade; é uma questão de tempo. Felipe Aquino felipeaquino@cancaonova.com http://www.paideamor.com.br/formacao2/papa_acusado.htm 

paPATRIARCA DE ALEXANDRIA - Fundou a Igreja de Alexandria o Apóstolo São Marcos; Fora conferido o Título de Papa, pela primeira vez na história, ao Patriarca Hiraclas, em 232 e depois ao Patriarca Teófilo em 390, porém, o Sínodo Ecumênico IV conferiu ao Bispo de Alexandria o título de Papa e Patriarca e deu-lhe o segundo lugar após o Patriarca de Constantinopla; O Cisma dos Coptas, da Igreja de Alexandria, verificou-se em 451, continuando os conservadores Ortodoxos, seguidores do Rei de Constantinopla, de Melquitas; (...) Ver mais em: 

paPATRÍSTICA - 01 - PAIS DA IGREJA - RELAÇÃO - S. Clemente de Roma (†102), Papa (88 - 97) - Santo Inácio de Antioquia (†110) - - Aristides de Atenas (†130) - - São Policarpo de Esmirna (†156) - - Pastor de Hermas (†160) - Aristides de Atenas (†160) - - São Hipólito de Roma (160 - 235) - - São Justino (†165) - Militão de Sardes (†177) - - Atenágoras (†180) - - São Teófilo de Antioquia (†181) - - Orígenes de Alexandria (184 - 254) - - Santo Ireneu (†202) - - Tertuliano de Cartago (†220) - - São Clemente de Alexandria (†215) - - Metódio de Olimpo (sec.III) - - São Cipriano de Cartago (210-258) - - Novaciano (†257) - - São Atanásio de Alexandria(295 -373) - - São Efrém - (306 - 373), diácono, Mesopotânia - - São Hilário de Poitiers. bispo (310 - 367) - - São Cirilo de Jerusalém, bispo (315 - 386) - - São Basílio Magno, bispo (330 - 369) - Cesaréia - São Gregório Nazianzeno - (330 - 379), bispo - São Ambrósio - (340 - 397), bispo, Treves - Itália - Eusébio de Cesaréia (340) - São Gregório de Nissa (340) - Prudêncio (384 - 405) - São Jerônimo ( 348 - 420), presbítero Strido, Itália - São João Cassiano (360 - 407) - São João Crisóstomo - (349 - 407), bispo - São Agostinho - (354 - 430), bispo - Santo Efrém (†373) - Santo Epifânio (†403) - São Cirilo de Alexandria - (370 - 442), bispo - São Pedro Crisólogo - (380 - 451), bispo, Itália - São Leão Magno (400 - 461), papa - Toscana, Itália - São Paulino de Nola (†431) - Sedúlio (sec V) - São Vicente de Lerins (†450) - São Pedro Crisólogo (†450) - São Bento de Núrcia (480 - 547) - São Venâncio Fortunato (530-600) - São Ildefonso de Toledo (617 - 667) - São Máximo Confessor (580-662) - São Gregório Magno (540 - 604), Papa - São Ildefonso de Sevilha (†636) - São João Damasceno (675 - 749), bispo, Damasco
paPATRIARCA DE ALEXANDRIA - Fundou a Igreja de Alexandria o Apóstolo São Marcos; Fora conferido o Título de Papa, pela primeira vez na história, ao Patriarca Hiraclas, em 232 e depois ao Patriarca Teófilo em 390, porém, o Sínodo Ecumênico IV conferiu ao Bispo de Alexandria o título de Papa e Patriarca e deu-lhe o segundo lugar após o Patriarca de Constantinopla; O Cisma dos Coptas, da Igreja de Alexandria, verificou-se em 451, continuando os conservadores Ortodoxos, seguidores do Rei de Constantinopla, de Melquitas; (...) Ver mais em: 

paPATRÍSTICA - 02 - AGOSTINHO - Que Santo Agostinho traduzia o texto como "tu es Pedro", ficou evidente das citações acima retiradas do Sermão 295. Repita-se: "São Pedro, o primeiro dos Apóstolos, que amava Cristo ardentemente, mereceu escutar: Por isto eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja." 

paPATRÍSTICA - 03 - AGOSTINHO NEGA (papa)? - Hehehehe!!!! Texto de Agostinho? Onde se encontra? "Considerando que também os protestantes alegam que a Igreja deles é que foi a fundada por Jesus, quem está mentindo nessa história, já que, repetimos, como disse São Jerônimo: A VERDADE NÃO PODE VIR DE COISAS QUE DIVERGEM? Para entendermos essa questão de Pedro ser a rocha, leiamos um texto de Santo Agostinho: "Porque tu me disseste: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo; também eu te digo; Tu és Pedro... Pois, antes se chamava Simão. Ora, este nome Pedro lhe foi imposto pelo Senhor. E vai nisto uma figura, para que significasse a Igreja. Porquanto a pedra é Cristo; Pedro é o povo cristão, pois, pedra é nome principal. Tanto assim que Pedro vem de pedra, e não pedra de Pedro – assim como Cristo não vem de cristão, mas cristão vem de Cristo. Diz, portanto: Tu és Pedro, e sobre esta pedra, que acabas de confessar, sobre esta pedra que conhecestes, dizendo: Tu és o Cristo, Filho de Deus vivo – edificarei a minha Igreja. Quer dizer: sobre mim mesmo, o Filho de Deus vivo, edificarei a minha Igreja. Sobre mim é que te edificarei, e não a mim sobre ti". (ROHDEN, 1995). Completa Rohden: "Como se vê, o maior doutor da Igreja latina não considera a pessoa de Pedro como sendo a pedra, o fundamento da Igreja. A pedra, o fundamento da Igreja, é Cristo, o Filho de Deus vivo". Nada mais a acrescentar". (O Espiritismo é pura mentira? - Parte I - Paulo da Silva Neto Sobrinho) http://www.espirito.com.br/portal/artigos/paulosns/espiritismo-eh-pura-mentira-i.html 

paPATRÍSTICA - 04 - CIPRIANO - IGREJA PRINCIPAL - São Ciprinao, que morreu no ano 258, chama explicitamente “Cátedra de São Pedro” de Sé romana, dizendo que Cornélio fora elevado “ao lugar de Fabiano, que é a cátedra de Pedro” (Ep 55:8; cf. 59:14). São Cipriano escreveu também que Roma, “cátedra de Pedro, é a igreja principal da qual nasce a unidade episcopal” (ad Petri cathedram et ad ecclesiam principalem unde unitas sacerdotalis exorta est). Para São Ciprinao, "a fonte dessa unidade episcopal é a Sé de Pedro. Conforme ele dizia, Roma desempenhava o mesmo ofício que desempenhou Pedro durante sua vida: ser princípio da unidade. Manter a comunhão com um antipapa como Novaciano seria cair em cisma (Ep. 68, 1). Ele sustenta ainda que o Papa tem autoridade para depor um bispo herege. Quando Marciano de Arles caiu na heresia, Cipriano, a pedido dos bispos dessa província, escreveu ao Papa Estevão para solicitar que ele “escrevesse cartas para excomungar a Marciano e fazer que alguém tomasse seu lugar” (Ep. 68, 3). (Apud artigo de G. H. JOYCE sobre o primado do Papa na Enciclopédia Católica). 

paPATRÍSTICA - 05 - CIPRIANO DE CARTAGO "No entanto, PEDRO, SOBRE O QUAL FOI EDIFICADA A IGREJA, pelo mesmo Senhor, falando por todos, e respondendo com a voz da Igreja, diz: "Senhor, para onde havemos de ir? Tu tens as palavras de vida eterna; e nós cremos que tu és o Cristo, filho de Deus vivo."" Epist. 54, a Cornelius, n.7. E o mesmo santo diz ainda: "(…) dado que ambos batismos são apenas um, e que o Espírito Santo é um, e a Igreja fundada por Cristo Senhor Nosso sobre Pedro, por fonte e princípio de unidade, é também única." Epist. 69, a Januarius, n. 3. Em 14 de setembro de 258, morreu decapitado. 

paPATRÍSTICA - 06 - CIPRIANO DE CARTAGO - em 249, já dizia: "Estar em comunhão com o Papa é estar em comunhão com a Igreja Católica." (Epist. 55, n.1, Hartel, 614); Escreveu São Cipriano (246-249), ao Papa Cornélio sobre a ida a Roma de um grupo cismático, dizendo: "Atrevem-se estes a dirigir-se à Cátedra de Pedro (em Roma), a esta Igreja principal de onde se originam o sacerdócio... esquecidos de que os romanos não podem errar na fé". (Epist. 59,n.14, Hartel, 683). "No entanto, PEDRO, SOBRE O QUAL FOI EDIFICADA A IGREJA, pelo mesmo Senhor, falando por todos, e respondendo com a voz da Igreja, diz: "Senhor, para onde havemos de ir? Tu tens as palavras de vida eterna; e nós cremos que tu és o Cristo, filho de Deus vivo."" Epist. 54, a Cornelius, n.7. E o mesmo santo diz ainda: "(…) dado que ambos batismos são apenas um, e que o Espírito Santo é um, e a Igreja fundada por Cristo Senhor Nosso sobre Pedro, por fonte e princípio de unidade, é também única." Epist. 69, a Januarius, n. 3. Em 14 de setembro de 258, morreu decapitado. 

paPATRÍSTICA - 07- CLEMENTE DE ROMA - INTERVÉM NO ICIDENTE DA IGREJA DE CORINTO - "Vós que lançastes os fundamentos da revolta, submetei-vos aos presbíteros e deixai-vos corrigir com arrependimento...é melhor para vós ser encontrados pequenos e dentro do rebanho de Cristo, do que ter aparência de grandeza e ser rejeitados de sua esperança" (Carta de Clemente aos Coríntios em torno de 81 a 96 d.C., cap.57... 59) 

paPATRÍSTICA - 08 - CLEMENTE DE ROMA - São Clemente que foi o terceiro sucessor de São Pedro, depois de São Lino e de Santo Anacleto na Sé de Roma, em sua “Epístola aos coríntios” (Ep. 59), no ano 95 ou 96, portanto, ainda no I século da era cristã, e só trinta anos após martírio de São Pedro suplica para que se recebam aos bispos que tinham sido expulsos injustamente dizendo: “Se algum homem desobedecer às palavras que Deus pronunciou através de nós, saibam que esse tal terá cometido uma grave transgressão, e se terá posto em grave perigo”. E São Clemente incita então os coríntios a “obedecer às coisas escritas por nós através do Espírito Santo” (São Clemente, Ep.59). Até mesmo um inimigo do Papado -- Lightfoot -- foi obrigado a confessar que esta carta de São Clemente foi “o primeiro passo para estabelecer a dominação papal” (Clemente, 1, 70). 

paPATRÍSTICA 09- INÁCIO DE ANTIOQUIA - PRESIDE... PORTA A LEI DE CRISTO - "Inácio... à Igreja que preside na região dos romanos, digna de Deus, digna de honra, digna de ser chamada 'feliz', digna de louvor, digna de sucesso, digna de pureza, que preside ao amor, que porta a lei de Cristo, que porta o nome do Pai, eu a saúdo em nome de Jesus Cristo, o Filho do Pai" (Inácio de Antioquia, +107, Carta aos Romanos [Prólogo]). 

paPATRÍSTICA - 10 - INÁCIO DE ANTIOQUIA - ROMA RECEBE ORDEM DE PEDRO E DE PAULO - "Não é como Pedro e Paulo que eu vos dou ordens; eles foram apóstolos, eu não sou senão um condenado" (Santo Inácio Bispo de Antioquia - Carta aos Romanos 4,3 - 107 d.C). 

paPATRÍSTICA - 11 - IRENEU - SUCESSÃO APOSTÓLICA DE PEDRO - IRENEU - "Já que seria demasiado longo enumerar os sucessores dos Apóstolos em todas as comunidades, nos ocuparemos somente com uma destas: a maior e a mais antiga, conhecida por todos, fundada e constituída pelos dois gloriosíssimos apóstolos Pedro e Paulo. Mostraremos que a tradição apostólica que ela guarda e a fé que ela comunicou aos homens chegaram até nós através da sucessão regular dos bispos, confundindo assim todos aqueles que querem procurar a verdade onde ela não pode ser encontrada. Com esta comunidade, de fato, dada a sua autoridade superior, é necessário que esteja de acordo toda comunidade, isto é, os fiéis do mundo inteiro; nela sempre foi conservada a tradição dos apóstolos. [...] [Pedro e Paulo] confiaram a Lino o ministério do episcopado. [...] A Lino sucedeu Anacleto. A seguir, Clemente; Clemente vira os apóstolos, conversara com eles e ainda tinha ouvido sua pregação. [...] A Clemente sucedeu Evaristo, e a Evaristo, [sucedeu] Alexandre. Depois, em sexto lugar após os apóstolos, veio Xisto, e, a seguir, Telésforo. Depois, Higino, Pio e Aniceto. Sotero sucedeu Aniceto. Agora, Eleutero, em décimo-segundo lugar, possui a herança do episcopado após os apóstolos" (Ireneu de Lião, 180 dC., Contra as Heresias III,3,2-3).

O documento acima mostra que Pedro e Paulo fundaram a Igreja de Roma, mas os adversários dizem que disso nada aproveita como prova de que Pedro tenha sido o seu primeiro Bispo. RESPOSTA: Aproveita, SIM, em primeiro lugar porque estabelece a presença de Pedro em Roma negada pelos protestantes. Aproveita ainda porque nada obsta que S. Pedro tivesse sido o primeiro bispo de Roma ainda que Pedro e Paulo a tivessem fundado. A igreja de Jerusalém foi fundada por todos os apóstolos e só Tiago foi o seu primeiro bispo. A razão é simples. A primazia da igreja de Roma não é consequência do fato material de a haver fundado Pedro, mas sim dos títulos ao primado que só Pedro possuía e não Paulo. A Pedro e não a Paulo dissera Cristo: tu és pedra fundamental da minha Igreja; apascenta o meu rebanho. Um general com seus oficiais fundam uma colônia. Quem transmite o supremo poder: Todos os fundadores? Não, só o general que o possui.

paPATRÍSTICA - 12 RELAÇÃO DOS PADRES DA IGREJA - 01 - S. Clemente de Roma (†102), 02 - Papias (88 - 97) - 03 - Santo Inácio de Antioquia (†110) - 04 - Aristides de Atenas (†130) - 05 - São Policarpo de Esmirna (†156) - 06 - Pastor de Hermas (†160) 07 - Aristides de Atenas (†160) - 08 - São Hipólito de Roma (160 - 235) - 09 - São Justino (†165) 10 - Militão de Sardes (†177) - 11 - Atenágoras (†180) - 12 - São Teófilo de Antioquia (†181) - 13 - Orígenes de Alexandria (184 - 254) - 14 - Santo Ireneu (†202) - 15 - Tertuliano de Cartago (†220) - 16 - São Clemente de Alexandria (†215) - 17 - Metódio de Olimpo (sec.III) - 18 - São Cipriano de Cartago (210-258) - 19 - Novaciano (†257) - 20 - São Atanásio de Alexandria(295 -373) - 21 - São Efrém - (306 - 373), diácono, Mesopotânia - 22 - São Hilário de Poitiers. bispo (310 - 367) - 23 - São Cirilo de Jerusalém, bispo (315 - 386) - 24 - São Basílio Magno, bispo (330 - 369) - Cesaréia - 25 - São Gregório Nazianzeno - (330 - 379), bispo - 26 - São Ambrósio - (340 - 397), bispo, Treves - Itália - 27 - Eusébio de Cesaréia (340) - 28 - São Gregório de Nissa (340) - 29 - Prudêncio (384 - 405) - 30 - São Jerônimo ( 348 - 420), presbítero Strido, Itália - 31 - São João Cassiano (360 - 407) - 32 - São João Crisóstomo - (349 - 407), bispo - 33 - São Agostinho - (354 - 430), bispo - 34 - Santo Efrém (†373) - 35 - Santo Epifânio (†403) - 36 - São Cirilo de Alexandria - (370 - 442), bispo - 37 - São Pedro Crisólogo - (380 - 451), bispo, Itália - 38 - São Leão Magno (400 - 461), papa - Toscana, Itália - 39 - São Paulino de Nola (†431) - Sedúlio (sec V) - 40 - São Vicente de Lerins (†450) - 41 - São Pedro Crisólogo (†450) - 42 - São Bento de Núrcia (480 - 547) - 43 - São Venâncio Fortunato (530-600) - 44 - São Ildefonso de Toledo (617 - 667) - 45 - São Máximo Confessor (580-662) - 46 - São Gregório Magno (540 - 604), Papa - 47 - São Ildefonso de Sevilha (†636) - 48 - São João Damasceno (675 - 749), bispo, Damasco 

paPATRÍSTICA - TATIANO, O SÍRIO - "Simão Cephas respondeu e disse, 'tu és o Messias, o Filho do Deus Vivo. Jesus respondeu dizendo-lhe: 'Bendito és, Simão, filho de Jonas: não foram a carne nem o sangue quem te revelaram, mas o meu Pai que está no céu, E eu também te digo que és Cephas, e sobre esta rocha eu construirei a Minha Igreja; e as portas do Inferno não prevalesserão contra ela". (Diatsseron 23, 170 d. C) 

paPATRÍSTICA - TERTULIANO - "Teria algo sido retido ao conhecimento de Pedro, a quem se chamou 'a rocha sobre a qual a Igreja seria construída', com o poder de 'desligar e ligar no céu e na terra'?" (Demurrer Against the Heretics 22, 200 d. C). 

paPAULO IIIVER "paGREGÓRIO I" 

paPAULO INDEPENDENTE DE PEDRO? Pr Roberto: "Quatorze anos , prazo em que Paulo não deu sequer bola para Jerusalém e não pediu permissão para seu ninguém". DEMAPRO: - O Diabo é o Pai da Mentira !! E esta mentira já foi desmascarada anteriormente (ele só continua repetindo o que já foi desmascarado) Mas serei bondoso mais uma vez, e Passarei por cima deste obstáculo (que lhes é absolutamente invencível) e tornarei a comentar esta CALÚNIA. Assim, os Foristas terão uma idéia ainda mais ampla do absoluto despropósito de tudo o que nasceu da árvore podre de Lutero. Paulo JAMAIS FICOU Quatorze anos, sem ir pedir explicações a Pedro. Antes desses quatorze anos, ele (Paulo) já tinho ido PELO MENOS duas vezes a Jerusalém (onde estava Pedro) VAMOS À BÍBLIA (solenemente deixada de lado pelo Roberto) A PRIMEIRA VEZ Que Paulo foi a Jerusalém está em Atos 15 (por tanto antes de gálatas) Vc sabe fazer contas não sabe Roberto? EM ATOS 15, houve a controvérsia sobre a circuncisão, que gerou o Concílio. Paulo E Barnabé subiram a Jerusalém (onde se encontrava Pedro) para tratar desta questão. (ATOS 15,2) A Bíblia Roberto! a Bíblia! Aliás até Hoje ele foge deste assunto e não me respondeu até agora P O R Q U E Paulo Precisou ir A Jerusalém resolver esta questão? Que cada leitor se pergunte sobre isto!!! A SEGUNDA VEZ que Paulo (como bom Católico que era) foi se encontrar com o Papa está no mesmo livro de Gálatas (antes do citado quatorze anos) GÁLATAS 1, 18 "Três anos depois fui subi a Jerusalém PARA VER CEFAS" A Bíblia Roberto! A Bíblia Basta ler. Sem subjetivismos ou incoerências Portanto esse devaneio de que Paulo ficou Quatorze anos sem dar bola para Jerusalém, só existe na cabeça do Roberto recheada de ilusões. Assim caminham os protestantes. Na verdade, a sua única fonte de fé é a sua própria cabeça. Usam a Bíblia apenas para justificarem suas heresias, e, nisto, não se dão conta das incoerências e contradições que caem. Já adianto que sou uma pessoa coerente e não estou aqui para bater palmas para maluco dançar, se ele insistir neste ponto irei simplesmente repetir minha resposta ad infinitum 

paPAULO INDEPENDENTE DE PEDRO? - Pr Roberto: "O 'Rebelde' Paulo fundou várias igrejas , tal qual Martinho Lutero , sem o vosso Papado nem sequer saber qual o evangelho que o homem chamado por Deus pregava ! Seria isto prova de submissão Papal ? " 
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DEMAPRO: - Quanto ao fato de Paulo ter fundado Igrejas, qual o Problema? Ele era Apóstolo e diga-se de passagem foi co-fundador da Igreja de Roma . Os apóstolos viajavam muito, e era comum São Paulo, ser fundador e bispo de várias Igrejas. ELE ERA APÓSTOLO!!! O que o filho de Lutero quer insinuar é que Paulo era rebelde, veremos. A sandice protestante não se contenta com pouco, o Roberto tem o descaramento de dizer que Paulo fundou várias igrejas, tal qual Martinho Lutero (sic) A balela, além de facilmente refutável, é das mais interessantes. É facilmente refutável pelo fato de que, como já se disse acima, Paulo Fundou A IGREJA DE ROMA junto com Pedro, o que joga na Lama o pseudo argumento do pseudo-pastor de Paulo ter sido um rebelde A balela é das mais interessantes ! Deixemos a incoerência e passemos a apontar os equívocos Se Paulo fosse um Rebelde, no episódio de Gálatas onde discordou de Pedro teria sacado a Bíblia (que para desespero dos protestantes nem existia) sacado um versículo que lhe conviesse e fundaria sua Própria igrejola (tal qual Lutero) Pergunta-se: Por que razão no Episódio de Gálatas São Paulo, no afã de combater S. Pedro simplesmente não propôs que todos os cristãos lessem as Escrituras e rogassem o auxílio do Espírito Santo para descobrirem a verdadeira fé cristã? Por que razão São Paulo não se saiu com uma solução baseada no sola scriptura tão a gosto dos protestantes? Por que ele não invocou o exemplo do "nobres de Beréia", como, cotidiana e pedantemente, invocam-nos os protestantes? Simples: porque São Paulo não era protestante, não acreditava no "sola scriptura", nem imaginava que todos os crentes eram livres para suporem-se inspirados doutrinadores. Em suma: São Paulo era católico. No entanto, e aproveitando o ensejo que o Roberto involuntariamente concedeu, sobre Paulo ter fundado Igrejas (e mais uma vez me ajudou), analisemos mais um fato: É fato interessantíssimo (e de um significado tão avassalador que deveria bastar por si só) que as quatro IGREJAS PETRINAS foram as que, desde o princípio do cristianismo, mantiveram um primado sobre todas as demais.) Uma simples leitura da História Eclesiástica de Euzébio de Cesaréia, nos revela que Roma, em primeiro lugar, e depois Jerusalém, Antioquia e Alexandria eram as Igrejas mais dignas de honra e de veneração entre os cristãos primitivos, tidas por todos como guardiãs da fé e inexpugnáveis pelas heresias que pululavam em vários locais. As Igrejas fundadas por São Paulo jamais gozaram desta fama, o que revela o imenso abismo com que os cristãos primitivos tratavam São Pedro e São Paulo. HEHEHEHE... Portanto, estamos diante de uma prova histórica da veracidade de tudo aquilo que afirma a Igreja, e do equívoco dos protestantes em tentar negar esta fato. Roberto suas confissões de fracasso e equívocos, gera uma verdadeira pantomina para seus colegas de Protesto. Já te avisei, vc vai acabar sendo expulso de sua igrejola, por defender tanto o Catolicismo. No entanto, e aproveitando MAIS UMA VEZ o ensejo que o Roberto involuntariamente concedeu, sobre Paulo ter fundado Igrejas, resta uma pergunta: Qual a razão pela qual seria necessário, dentro dos planos divinos, que São Paulo fosse à Roma? Seria interessante que os protestantes respondessem a esta pergunta. A resposta é fulminante: seria necessário que São Paulo, juntamente com São Pedro, sofresse o martírio em Roma justamente para conferir, a esta Igreja, um status absolutamente ímpar em meio a todas as demais igrejas cristãs. Tal eleição de Roma, é decreto divino. Ao qual, aliás, os protestantes, para o prejuízo de sua alma, insistem em não seguir. Roberto, abandone a Literatura protestante pois quanto mais vc escreve, mais no fundo do poço se encontra. Me despeço com a Frase de S. Paulo que mata os invejélicos de inveja " A todos QUE ESTAIS EM ROMA, amados de Deus a graça e a paz estejam convosco" 

paPEDE PERDÃO - Perdoai as nossas ofensas - Por baixo da sotaina conservadora e dogmática, João Paulo II revelou-se exímio e corajoso desbravador de caminhos nunca antes trilhados. Sem pôr em risco um único milímetro do alicerce que sustenta a tradição, conduziu a Igreja Católica a um protelado e necessário encontro com os tempos atuais. Firme (também) nesse propósito, o mesmo papa que pretendeu restaurar uma visão moral em completa dissonância com o mundo moderno foi o que tomou para si a tarefa de rever a história da Igreja, para que ela chegasse ao milênio seguinte expiada de seus pecados. "A Inquisição é um capítulo doloroso do qual os católicos devem se arrepender", afirmou João Paulo II no primeiro ano de seu pontificado, em 1978, como que antecipando o revisionismo que se seguiria. O primeiro alvo direto foi o obscurantismo científico: ele redimiu o italiano Galileu Galilei e o polonês Nicolau Copérnico, que derrubaram a cosmologia cristã ao descobrir que a Terra não se achava no centro do universo. "Galileu, fiel e sincero, mostrou-se mais perspicaz do que seus adversários teólogos", disse. Reabilitou também o inglês Charles Darwin, pai da teoria de que o homem é parente longínquo do macaco – e, portanto, não descende dos personagens bíblicos Adão e Eva. "Hoje, os novos conhecimentos e as descobertas obtidas em várias disciplinas nos levam a reconhecer na teoria da evolução mais que uma hipótese", afirmou. Depois de admitir que os "hereges" estavam certos, o papa publicou em 1998 a encíclica Fides et Ratio, que procura conciliar fé e razão e é considerada pelos teólogos uma espécie de testamento intelectual do pontífice. Fora do âmbito da ciência, João Paulo II pediu desculpas pelo fato de a Igreja Católica ter compactuado com a escravização de africanos e índios, e por não ter tido um papel mais efetivo na luta contra o nazismo. Foram, ao todo, mais de 100 pedidos de desculpas. O auge da expiação ocorreu na missa que deu início à Quaresma do ano 2000. "Perdoamos e pedimos para ser perdoados", proclamou João Paulo II na Basílica de São Pedro, passando em seguida a listar os atos a ser perdoados – entre eles, pecados contra a unidade cristã (perseguição a protestantes e ortodoxos), uso da violência "a serviço da verdade" (cruzadas e Inquisição) e a marginalização das mulheres. A formulação de cada um desses pedidos de desculpas é um atestado da habilidade do papa de propalar humildade sem perder a majestade – de todas as ações condenáveis, a Igreja sai incólume em sua divindade e infalibilidade. "O pecado é sempre pessoal, ainda que machuque a Igreja como um todo", esclarece o documento "Memória e Reconciliação: a Igreja e as Culpas do Passado", divulgado pelo Vaticano dias depois do mea-culpa papal de 2000. O objetivo da expiação de pecados cometidos em nome do catolicismo ao longo de dois milênios foi o de "conhecer-nos a nós mesmos e nos abrirmos à purificação das memórias e à verdadeira renovação", corroborou o todo-poderoso cardeal alemão Joseph Ratzinger, braço direito do papa, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e chefe da comissão que elaborou o documento. Para conciliar desculpas com não-culpa, o papa raramente foi direto na expiação. Em vez disso, usou de eufemismos e individualizou pecados. "Pediu perdão na voz passiva", como definiu em um artigo a revista americana U.S. News & World Report. Às vítimas do holocausto, João Paulo II expressou em 1998 o arrependimento de que os cristãos não tivessem mostrado a necessária "resistência espiritual" diante da perseguição nazista. Aos povos nativos das Américas, pediu desculpas pelos "desatinos" dos missionários. Às outras religiões cristãs, "perdão, em nome de todos os católicos, pelos erros causados a não-católicos ao longo da história". Sobre as mulheres, admitiu que "não poucos" membros do clero foram culpados de discriminação, "pelo que ofereço sinceras escusas". Outra característica do pontificado de João Paulo II afinada com seu tempo foi o esforço em prol de uma maior aproximação com as outras religiões, cristãs ou não. Na trilha ecumênica aberta pelo Concílio Vaticano II, ele assinou acordos importantes com anglicanos e protestantes e encetou uma verdadeira cruzada pacífica para quebrar o gelo das relações com as vertentes ortodoxas do cristianismo. O papa obteve certo progresso na tentativa de reconciliação com os ortodoxos da Grécia – a visita a Atenas em maio de 2001 começou sem um único clérigo importante da Igreja local no aeroporto e terminou com troca de amabilidades e a assinatura de um comunicado conjunto condenando "a violência, o proselitismo e o fanatismo em nome da religião". Já entre a liderança da Igreja Ortodoxa Russa, João Paulo II pouco avançou: ele jamais beijou o solo da Rússia, onde o patriarca Alexis II alerta constantemente os fiéis contra as "manobras" do Vaticano para expandir sua influência. Outra medida desse seu insucesso foi a recepção gélida na Ucrânia, em junho de 2001. À missa campal compareceram apenas 20.000 pessoas, das 350.000 esperadas. E a desconfiança dos ortodoxos russos em relação às boas intenções papais só fez aumentar depois que Ratzinger divulgou um documento em que reafirmava que a salvação humana estava apenas na Igreja Católica, um dogma para lá de cismático. No que se refere ao diálogo inter-religioso, João Paulo II fez com que a Igreja se aproximasse de judeus e do mundo islâmico, antes vistos como inimigos figadais dos católicos – foi o primeiro papa a tirar os sapatos, como manda a tradição, e entrar em uma mesquita (em Damasco, em maio de 2001) e o primeiro a visitar uma sinagoga (em Roma, em 1986). Outro gesto explícito de aproximação com o judaísmo deu-se em março de 2000, logo depois da divulgação do documento "Memória e Reconciliação", quando o papa, durante uma emocionada visita a Israel, foi ao Muro das Lamentações e, como é de praxe, colocou um bilhete numa fenda entre as pedras. Nele, mais uma vez, pedia perdão pelos sofrimentos infligidos aos judeus em nome da religião. Muito antes disso, em 1985, já proclamava: "Que os filhos de Abraão – judeus, cristãos e muçulmanos – possam viver juntos e prosperar em paz". Quase dez anos depois, iria ainda mais longe em relação ao Islã, ao dizer: "Não se pode deixar de admirar a fidelidade dos muçulmanos à oração. Ela é um modelo para aqueles cristãos que, desertando suas maravilhosas catedrais, rezam pouco ou não rezam nunca". E daria passo mais largo ainda ao sair em defesa da religião muçulmana no maremoto antiislâmico que se seguiu aos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos. No âmbito das religiões não-cristãs, o diálogo proposto pelo papa só empacou mesmo com os hinduístas, antípodas do monoteísmo, que há séculos vivem às turras com a reduzidíssima comunidade cristã da Índia. No mais, João Paulo II fez o que se propôs: agradou, reabilitou e recuperou laços rotos ou rompidos há séculos, ao confessar publicamente, como nenhum papa antes dele, erros e excessos do passado. 

paPEDE PERDÃO O PAPA NÃO PEDIU DESCULPAS POR INQUISIÇÃO NENHUMA, PEDIU PERDÃO POR ALGUNS FILHOS DESOBEDIENTES DA IGREJA QUE TENHAM COMETIDO ALGUM DANO A ALGUÉM. REPITO, VÁ SE INFORMAR MELHOR. QUEM PEDIRÁ DESCULPAS PELAS 20.000 MORTES COMETIDAS PELO LUTERANO BENEDICT CARPZOV? QUEM PEDIRÁ DESCULPAS PELAS 9 MILHÕES DE MORTES CAUSADAS PELOS PROTESTANTES NA ALEMANHA? QUEM PEDIRÁ DESCULPAS PELAS 900 MORTES CAUSADAS PELO PASTOR JIN JONES NAS GUIANAS? QUEM PEDIRÁ DESCULPAS PELA MORTE DOS JESUITAS CAUSADAS PELOS CALVINISTAS ASSASSINOS? QUEM PEDIRÁ DESCULPAS PELO TRÁFICO DE ESCRAVOS MARCADOS A FERRO E FOGO NO PEITO COM O NOME DAS DENOMINAÇÕES PROTESTANTES? QUEM PEDIRÁ DESCULPA PELOS ROUBO DA BANCADA EVANGÉLICA SANGUESSUGA? O SR. LUIZ EDUARDO? DUVIDO. DIZ AS ESCRITURAS: " A BOCA FALA DO QUE TRANSBORDA O CORAÇÃO". DEMAPRO 1

paPEDRA São Cipriano de Cartago: "No entanto, PEDRO, SOBRE O QUAL FOI EDIFICADA A IGREJA, pelo mesmo Senhor, falando por todos, e respondendo com a voz da Igreja, diz: “Senhor, para onde havemos de ir? Tu tens as palavras de vida eterna; e nós cremos que tu és o Cristo, filho de Deus vivo.”" Epist. 54, a Cornelius, n.7. E o mesmo santo diz ainda: “(…) dado que ambos batismos são apenas um, e que o Espírito Santo é um, e a Igreja fundada por Cristo Senhor Nosso sobre Pedro, por fonte e princípio de unidade, é também única." Epist. 69, a Januarius, n. 3. Em 14 de setembro de 258, morreu decapitado. 

paPEDRA FUNDAMENTAL - FUNDAMENTO DOS DOZE APÓSTOLOS - "A muralha da cidade tinha doze fundamentos com os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro" (Apocalipse 21,14) 

paPEDRA FUNDAMENTAL - únicas pedras fundamentais que encontramos no Novo Testamento, em primeiro lugar vem São Pedro, o nosso primeiro papa e depois os apóstolos também são apresentados como pedras fuindamento da Igreja. Cristo é a pedra principal, a pedra angular, pedra de esquina, pedra de escândalo, pedra de tropeço, pedra espiritual, pedra viva, etc., porém Cristo jamais é chamado de PEDRA FUNDAMENTAL. "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela" (São Mateus 16,18) 

paPEDRINHA - "como bem explicou o historiador Karl Keating: "Todo esse argumento é falso... A diferença de significado existe apenas, no grego ático, mas o Novo Testamento foi escrito em grego Koiné, um dialeto totalmente diferente. E no grego koiné, tanto 'petros' quanto 'petra' significam "rocha". Se Jesus quisesse chamar Simão de "pedrinha", usaria o termo lithos.” (Para a admissão deste fato por um estudioso protestante, veja D. A. Carson, The exporsitors Bible Commmentary {Grand Rapids: Zondervan, 1984}, Frank E. Gaebelein, ed., 8:368). 


paPEDRO - SE PEDRO FOSSE PAPA - 


Os discípulos não brigariam pela primeira posição entre si (Mat. 23: 8,10; Luc. 9: 46; 22: 24-30). Neste caso Cristo não ressuscitou dos mortos pois nenhum dos discípulos entenderam suas palavras. • Não seria o apóstolo da Circuncisão (Gál. 2: 8). Essa foi de doer! Pedro foi o apóstolo do circuncisos, isto é, iria pregar aos judeus assim como pregou também aos incircuncisos. • Como ficaria seu casamento? (Mat. 8: 14. Mar. 1: 30. Luc. 4: 38). Poderia ser viúvo. • Não levaria sua esposa em suas viagens missionárias (I Cor. 9: 5). Tradução correta: "mulher irmã" e não "esposa cristã" ou "esposa crente"; "(irmã) γυναῖκα (mulher casada ou solteira)" .Atradução dos evangélicos [é tendenciosa. • Não negaria a Jesus (Luc. 22: 57). • Não mentiria ao ser identificado como apóstolo (Luc. 22: 58). • Não disfarçaria diante da verdade (Luc. 22: 60). Que tem isto a ver com doutrina? Pecado pessoal não entra no caso. • Enviaria outros apóstolos para Samaria ao invés de ser enviado (Atos 8: 14). Uma autoridade pode ser enviada sim por uma assembléia. • Não se justificaria perante a igreja, por haver batizado Cornélio (Atos 11:1-11). Ué!!! Desde quando uma autoridade não presta conta de seus atos? • O primeiro Concílio Cristão, ocorrido no ano 52 d.C., seria presidido por ele e não por Tiago (Atos 15: 13,19). Foi presidido por Pedro tanto que a útima palavra deliberativa referente à questão foi sua. • A Carta Oficial deste Concílio seria assinada por ele e não foi (Atos 15: 22-23). Outra pixotada! Ali não fala quem assinou. • Paulo não o repreenderia publicamente, sendo “infalível” (Gál. 2:11-14). Esta é grave! Uma autoridade na Igreja pode e deve ser repreendida por seu subordinado. Isto deve soar estranho no meio dos orgulhosos evangélicos. • Estaria na primeira posição e não na segunda, como coluna da igreja (Gál.2: 9). Único versículo em que Pedro não é nomeado em primeiro lugar. Não seria por isto que deixaria de ser chefe dos apóstolos. •Jesus não repreenderia os discípulos dizendo que quem “quiser ser o primeiro seja vosso servo” (Mat. 20: 20-28). • Jesus não diria que quem “quiser ser o primeiro, será o derradeiro de todos e o servo de todos” (Mar. 9: 35). • Jesus não diria que entre eles quem “quiser ser grande, será vosso serviçal” (Mar. 10: 35-45).Jesus não diria que “aquele que entre vós todos for o menor, esse mesmo é grande” (Luc. 9: 48). Jesus não diria isso: “Mas não sereis vós assim; antes o maior entre vós seja como o menor; e quem governa como quem serve” (Luc. 22: 26). Jesus era o chefe e no entanto dizia que veio para servir e não para ser servido. O Papa assina "SERVUS SERVURUM DEI" (servo dos servos de Deus). Sua posição não é a de rei e sim de servo. Todos os cristãos dependem de seu serviço. 

paPEDRO COLUNA DA IGREJA - "Tiago, Cefas e João, que são considerados as colunas, reconhecendo a graça que me foi dada, deram as mãos a mim e a Barnabé em sinal de pleno acordo" (Gálatas 2,9)


paPEDRO EM ROMA - Sagrada Escritura * A Primeira Epístola de Pedro foi escrita em Roma, conforme podemos observar pela saudação final, onde se lê: "A (Igreja) que está em Babilônia, eleita como vós, vos saúda, como também Marcos, o meu filho." (1 Pd 5,13). Babilônia significa aqui a capital do império romano; a referência só pode ser para Roma, porque ela é a única cidade chamada de “Babilônia” em outro lugar na literatura Cristã antiga [conforme Apocalipse (Ap 17,5; 18, 10), e também Oracula Sibyl (Capitulo V, versos 143 e 159, ed. Geffcken, Leipzig, 1902, 111)]. ANDERSON 10 Abr(15 horas atrás) CIÊNCIA - Arqueologia A partir dos anos 50 intensificaram-se as escavações no subsolo da Basílica de São Pedro, lugar tradicionalmente reconhecido como provável túmulo do apóstolo e próximo de seu martírio no muro central do Circo de Nero. Após extenuantes e cuidadosos trabalhos, a equipe chefiada pela arqueóloga italiana Marguerita Guarducci encontrou o que seria uma necrópole atribuída a São Pedro, inclusive uma parede repleta de grafitos com a expressão "hic est Petrus", que significa "aqui está Pedro". Também foram encontrados fragmentos de ossos envoltos em restos de tecido púrpura com fios de ouro que se acredita serem de São Pedro, embora não haja segurança quanto a tal identificação. A data real do martírio, de acordo com um cruzamento de datas feito pela arqueóloga, seria 13 de outubro de 64 d.C. e não 29 de junho, data em que se comemorava o traslado dos restos mortais de São Pedro e São Paulo para a estada dos mesmos nas Catacumbas de São Sebastião durante a perseguição do imperador romano Valeriano em 257 d.C.

SILÊNCIO DE PAULO -  S. Paulo escreve aos Efésios e não saúda a Timóteo que lhes deixara como bispo; escreve aos coríntios, aos gálatas, aos tessalonicenses  aos colossenses, ao hebreus e não lhes saúda os pastores. É possível que os portadores destas epístolas levassem especiais recomendações para os superiores hierárquicos. Não convinha englobar o nome do príncipe dos apóstolos numa multidão de humildes fiéis. Mais. Sabia S. Paulo que naquela ocasião se achava S. Pedro em Roma? Era talvez prudente nomeá-lo numa epístola pública que podia ver às mãos dos infiéis? Aí estão muitas razões que explicam o silêncio de Paulo e o tornam "absolutamente compreensível", sem de modo algum constranger-nos a rejeitar os documentos positivos já estudados.




paPEDRO É A PEDRA Você pode entender de qualquer outra forma, do modo que escolher, de conformidade com seu arbítrio e paixão. Eu já prefiro entender da forma que está escrita, isto é, da forma que qualquer um entende à primeira vista e, principalmente, da forma que a Igreja sempre entendeu desde seus primórdios: "Também eu te digo que tu és KEPHA (pedra) e sobre este KEPHA (pedra) edificarei a minha Igreja, e as portas do inferno nunca prevalecerão contra ela." (Mt 16,18). Lendo esta passagem, sem fazer-se qualquer contorsionismo mental, na forma que está claramente explícita, numa simplicidade meridiana, entendo que Cristo edificou sua Igreja sobre KHEPA que é o nome que ele deu ao apóstolo Simão, e para o qual deu também as chaves do Reino dos Céus. A confusão fica por conta da rebelião e da desobediência (que é considerado pelas Escrituras como idolatria e feitiçaria [1Sm 15,22-23]), dos que se recusam aceitar a autoridade atribuída por Deus a Pedro, autoridade que deveria perpetuar-se até o fim dos séculos nas pessoas de seus sucessores.

paPEDRO­ EM ROMA - "A que está em Babilônia, eleita como vós, vos saúda, como também Marcos, o meu filho" (1Pd 5,13) "eleita como vós" é a forma de se referir à Igreja

paPEDRO­ EM ROMA - "Por Silvano, vosso fiel irmão, como cuido, escrevi abreviadamente, exortando e testificando que esta é a verdadeira graça de Deus, na qual estais firmes. A vossa co-eleita em Babilônia vos saúda, e meu filho Marcos. Saudai-vos uns aos outros com ósculo de amor. Paz seja com todos vós que estais em Cristo Jesus. Améml" (1Pd 5,12-14)

paPEDRO­ EM ROMA - Dizem que a Lenda de Pedro em Roma começou a circular pelo século III - conforme a "The Catholic Encyclopedia" (verbete “Pedro”)

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É falsa a afirmação pois quem ler o verbete mencionado encontrará o que segue: "Atualmente, nenhum escritor de peso nega que São Pedro visitou Roma e que nesta cidade foi martirizado (Harnack, “Chronol.” I, 244, n. 2). Contudo, mesmo entre aqueles que admitem a estadia de São Pedro em Roma há alguns que negam tenha sido ele bispo dali. Por exemplo: Lightfoot, “Clement of Rome”, II, 50; Harnack, op. cit. I, 703. Mas não é difícil demonstrar seu episcopado romano pois está tão bem comprovado que podemos concluir que é historicamente certo. À esta altura, conviria começar no século III, onde podemos encontrar freqüentes referências a respeito , e, a partir daí, até os séculos anteriores" Veja que o autor de sua HISTÓRIA DA IGREJA estava mal intencionado quando disse que a "lenda" da estadia de Pedro em Roma apareceu somente no século III, inclusive fazendo-se valer de uma publicação da Igreja. Não é isto que diz a Enciclopédia Católica. Leia acima de novo. Ali apenas afirma que no século terceiro são abundantes as fontes que confirmam. Não somente isto (e aqui fica mais uma vez o "animus dolendi" de seu autor) a Enciclopédia apresente documentos até mesmo do século I. ATENÇÃO CATÓLICOS: - Querem pesquisar as mais EXTRAVAGANTES MENTIRAS em sites protestantes, estudem este link apresentado por nosso irmão Luis: 

paPEDRO EM ROMA - Fonte: 

Tradução: "Desde a Reforma, a questão da origem do papado foi vital para todas as Igrejas cristãs. Alguns teólogos protestantes afirmaram que Pedro nunca esteve em Roma, uma visão usada de forma mais proeminente por Ferdinand Christian Baur e a Tübingen School. De acordo com Baur, a vida e a morte de Pedro em Roma foi uma invenção motivada politicamente. Outros como Dressel em 1872, afirmaram que Pedro estava enterrado, na verdade, em Alexandria, Egito ou Antioquia. Atualmente essas visões não são mais expressas. A visão tradicional católica é agora generalizadamente aceita, que Pedro realmente viveu e morreu em Roma, como o luterano Adolf Harnack afirmou: "O preconceito tendencioso-protestante e tendencioso-crítico questionou o martírio de Pedro em Roma. Ambos os erros levaram à verdade."" Eu como historiador preciso seguir a corrente historiográfica atual. Os protestantes que me perdoem. 

paPEDRO EM ROMA Missão de Pedro em Roma: Segundo os historiadores da época, Pedro chegou em Roma por volta de 42/44 d.C.. (História da Igreja II – XIV). A estadia de S. Pedro em Roma é incontestável historicamente. Sobre ela atestam Orígenes (ano 254), Clemente de Alexandria (215), Tertuliano (222), S. Irineu (202), Dionísio (171). Do século primeiro, convém destacar S. Inácio (107) e Clemente Romano (101). Esses historiadores e testemunhas são reconhecidos, pela crítica moderna, como autoridades dignas de fé. Existe uma série ininterrupta de testemunhos do Século III, e isso sem uma voz discorde. Em Cartago e em Corinto, em Alexandria e Roma, na Gália como na África, no Oriente como no Ocidente, A VIAGEM DE S. PEDRO A ROMA É AFIRMADA UNANIMEMENTE COMO FATO, e sobre o qual não pairou nunca a mínima dúvida. Clemente de Alexandria ( + 215) diz: "Marcos escreveu o seu Evangelho a pedido dos Romanos que ouviram a pregação de Pedro" (Hist. Ecl. VI, 14). 

paPEDRO EM ROMA - SITE ANTICATÓLICO "Conta a História, que Pedro esteve em Roma sim; e foi morto através do Imperador Romano Nero e o mesmo organizou a 1ª [primeira] perseguição aos Cristãos! Ele incendiou Roma, e mais tarde se suicidou... Em menos de 2 [dois] anos sucederam-lhe 4 [quatro] Imperadores os quais foram: Galba [68 a 69 d.C.], Otão [69 d.C.], Vitélio [69 d.C.] e Vespasiano [69 a 79 d.C.]; tal desestabilização do Império fez com que muitos territórios ocupados no Oriente Médio tomassem coragem e tentassem a Independência; um deles foi a Judéia, no que culminou com a Destruição de Jerusalém [70 d.C.]." Procurem isto no endereço ANTICATÓLICO: 

paPEDRO EM ROMA - SITE ASSEMBLÉIA DE DEUS

"... Assim estavam as coisas quando em 64 AD aconteceu o incêndio em Roma. Diz-se que foi Nero, quem ateou fogo à cidade, Contudo essa acusação ainda é discutível. Entretanto a opinião pública responsabilizou Nero por esse crime. Afim de escapar dessa responsabilidade, Nero apontou os cristãos como culpados do incêndio de Roma, e moveu contra eles tremenda perseguição. O fogo durou seis dias e sete noites e depois voltou a se acender em diversos lugares por mais três dias. - Milhares de cristãos foram torturados e mortos. - Muitos serviram de iluminação para a cidade, amarrados em postes e ateado fogo. - Muito foram vestidos com peles de animais e jogados para os cães. - Nesta época morreram : - Pedro - Crucificado em 67 - Paulo - Decapitado em 68 - Tiago - Apedrejado depois de ser jogado do alto do templo Além de matá-los fê-los servir de diversão para o público. 

paPEDRO EM ROMA - SITE PROTESTANTE "Pedro parece ter pregado aos judeus da dispersão em Ponto, Galácia, Bitínia, Capadócia e Ásia, e no fim chegou a Roma e foi crucificado de cabeça para baixo, pois pediu para si esse sofrimento". ("História Eclesiástica: os primeiros quatro séculos da Igreja cristã", Eusébio de Cesaréia, ed. CPAD-Casa Publicadora das Assembléias de Deus (2000), pág. 79)

paPEDRO EM ROMA - Ya ningún escritor de peso niega que san Pedro visitó Roma y fue martirizado en esa ciudad (Harnack, “Chronol.” I, 244, n. 2). Sin embargo, aún entre quienes admiten la estancia de san Pedro en Roma hay algunos que niegan que haya sido obispo ahí. Ejemplo: Lightfoot, “Clement of Rome”, II, 50; Harnack, op. cit. I, 703. Mas no es difícil demostrar que el hecho de su episcopado romano es algo tan bien atestiguado que podemos concluir que es históricamente cierto. En este punto, convendría comenzar con el siglo III, donde hay frecuentes referencias al respecto, y partir de ahí hacia los siglos anteriores. A mediados del siglo III san Cipriano explícitamente llama “Silla de san Pedro” a la sede romana, diciendo que Cornelio ha sido elevado “al sitio de Fabián, que es el sitio de Pedro” (Ep 55:8; cf. 59:14). Firmiliano de Cesarea hace notar que Esteban alegó poder decidir la controversia sobre el rebautismo basado en que él ocupaba la sucesión de Pedro (Cipriano, Epistola 75, 17). No niega Firmiliano tal afirmación, cosa que hubiera hecho si hubiera podido. Ello significa que en el año 250 el episcopado romano de Pedro era aceptado por todos aquellos que eran capaces de reconocer la verdad no sólo en la misma Roma, sino en las iglesias de África y de Asia Menor. En algún momento de los primeros veinticinco años de ese siglo (cerca del 220) Tertuliano (De pudicitia, 21) menciona la afirmación de Calixto acerca de que el poder de Pedro para perdonar los pecados le había sido heredado de una manera especial a él. Si la iglesia romana simplemente hubiera sido fundada por Pedro, pero él no hubiera sido su obispo, no habría fundamento para hacer tal afirmación. Tertuliano, como Firmiliano, tenía todo la libertad para haber rechazado esa afirmación. Más aún, él había residido en Roma, y hubiera estado perfectamente posicionado para contradecir eso y argumentar que el episcopado petrino era, según los opositores, una novedad que venía de los primeros días del siglo III y que había suplantado una tradición más antigua según la cual Pedro y Pablo habían sido los cofundadores y Lino el primer obispo. Por ese mismo tiempo, Hipólito (Lightfoot ciertamente tiene razón al atribuirle la autoría de la primera parte del “Catálogo Liberiano” : “Clemente Romano”, 1, 259) coloca a Pedro en el primer lugar de la lista de obispos romanos. Tenemos un poema, “Adversus Marcionem”, aparentemente escrito en ese mismo período, en el que se afirma que Pedro entregó a Lino “la silla en la que él mismo se había sentado” (P.L. II, 1077). Esos testigos nos llevan al inicio del siglo III. No encontramos muchas evidencias en el siglo II. Excepción hecha de Ignacio, Policarpo y Clemente de Alejandría, todos los autores cuyos escritos han llegado a nosotros son apologistas en contra de judíos o paganos. En tales obras no había motivo para referirse a asuntos como el episcopado romano de Pedro. Ireneo, sin embargo, nos brinda un argumento muy poderoso. En dos pasajes (Adversus Haereses, I, 27, 1 y III, 4, 3) él habla de Higinio como noveno obispo de Roma, empleando una numeración que incluye a Pedro como primer obispo (Lightfoot indudablemente erró al suponer que había alguna duda respecto a la lectura de estos pasajes). En III, 4, 3, la versión latina, es cierto, se lee “octavus”, pero en el texto griego citado por Eusebio se lee enatos. Se sabe que Ireneo visitó Roma en 177. Apenas había pasado un poco más de un siglo desde la muerte de Pedro y bien pudo haber entrado en contacto con personas cuyos padres habrían hablado con el Apóstol. Una tradición sustentada de ese modo debe ser aceptada como libre de toda duda legítima. La sugerencia de Lightfoot (Clemente, 1,64), de que dicha tradición había tenido su origen en el romance clementino, resultó particularmente desafortunada ya que hoy día se sabe que esa obra no pertenece al siglo II sino al IV. Tampoco hay sustento alguno para defender que el lenguaje de Ireneo, III, 3, 3, implica que Pedro y Pablo compartían el obispado de Roma en forma dividida, cosa que jamás ha sucedido en la Iglesia en tiempo alguno. Sí habla, es cierto, de los dos Apóstoles transmitiendo juntos el episcopado a Lino. Pero esa expresión queda explicada si se atiende al propósito de ese argumento, que es defender la doctrina enseñada en la iglesia romana en contra los gnósticos. Por eso Ireneo se vio en la necesidad de acentuar el hecho que la Iglesia había heredado la enseñanza de ambos Apóstoles. Epifanio (“Haer” 27, 6) sí parece insinuar un episcopado dividido, pero lo hace porque aparentemente entendió mal las palabras de Ireneo. 

paPEDRO ERA PAPA Segundo Lutero em sua tese 77: “A afirmação de que nem mesmo São Pedro, caso fosse o Papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o Papa”. 

paPEDRO - PRIMEIRO BISPO DE ROMA - Registrou o Historiador Optato de Milevi, no ano 367: "Na cidade de Roma, quem por primeiro se sentou na cátedra episcopal foi o Apóstolo Pedro, ele que era a cabeça de toda a Igreja, (...) Os apóstolos nada decidiam sem estar em comunhão com esta única cátedra (...) Recorde a origem desta cátedra, todos que reinvidicam o nome da Santa Igreja Católica..." (O Cisma Donatista 2:2). 

paPEDRO PRIMEIRO PAPA - "três anos depois subi a Jerusalém, para conhecer Cefas (Pedro) fiquei com ele 15 dias".(Gal. 1,18) 

paROMA NA BÍBLIA: - Roma na Sagrada Escritura: Visitantes de Roma, At 2,10 Claudio ordena aos Judeus que deixem Roma, At 18,2 Paulo disse que devia visitar Roma, At 19,21 Testemunhar em Roma, At 23,11 Nós viemos à Roma, At 28,14 Por ocasião de nossa chegada à Roma, At 28,16 Para todos os amados de DEUS que estão em Roma, Rom 1,7 Estou pronto para pregar o evangelho para vocês também que estão em Roma, Rm 1,15 Quando ele veio à Roma procurou-me com solicitude, 2Tm 1,17 

paTÍTULONo tocante ao termo "Papa" deve-se dizer que vem do grego "pappas" = "pai". Nos primeiros séculos era título atribuído aos Bispos como expressão de afetuosa veneração, veneração que se depreende dos adjetivos "meu..., nosso..." que acompanham o título. A mesma designação podia ser ocasionalmente atribuída também aos simples presbíteros (pais), como acontecia no Egito do século IV. No Oriente ainda hoje o sacerdote é chamado "papas". No Egito o "papas" por excelência é o Patriarca de Alexandria. O título de papa é dado ao Bispo de Roma já por Tertuliano (+220 aproximadamente) no seu livro De pudicitia XIII 7, onde se lê: "Benedictus papa". É encontrado também numa inscrição do diácono Severo (296-304) achada nas catacumbas de São Calixto, em que se lê: "iussu p(a)p(ae) sul Marcellini" (="por ordem do Papa ou pai Marcelino"). No fim do século IV a palavra Papa aplicada ao Bispo de Roma começa a exprimir mais do que afetuosa veneração; tende a tornar-se um título específico. Tenha-se em vista a interpelação colocada por S. Ambrósio (+397) numa de suas cartas: "Domino dilectissimo fratri Syriaci papae" (="Ao senhor diletíssimo irmão Siríaco Papa") (epístola 42). O Sínodo de Toledo (Espanha) em 400 chama Papa (sem mais) o Bispo de Roma. São Vicente de Lerins (falecido antes de 450) cita vários Bispos, mas somente aos Bispos Celestino I e Sixto III atribui o título de Papa.

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